sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

1346-Os motores da evolução humana


Palestina marcada pelos deuses

Assim (como vimos na postagem anterior) tem início o Novo Império (Egípcio) (1580 a.C. - 525 a.C.) graças ao sentimento de identidade cultural que crescia entre os egípcios em meio à luta contra os hicsos, mas que acabou voltando-se contra os hebreus, que acabaram dominados e escravizados. Por volta de 1250 a.C. os hebreus, sob a liderança de Moisés, conseguiram fugir do Egito, no episódio que ficou conhecido como Êxodo e que foi registrado no Antigo Testamento e no filme épico de Ridley Scott, famoso cineasta norte americano.

No Novo Império, um Egito militarizado ampliava seus domínios. Alargaram-se as fronteiras, da Núbia até o Eufrates. Ocorre uma aceleração no intercâmbio cultural e comercial com outros povos. Os fenícios, por exemplo, adquiriam os excedentes agrícolas egípcios e os revendiam por toda a bacia do Mediterrâneo. Luxo e poder econômico permitiram as grandes construções desse período. Mais uma vez o faraó se impunha como senhor supremo do Egito.

Mas em 525 a.C., os poderosos persas aquemênidas, liderados por Cambises II, iniciaram uma campanha de conquista do Egito, tendo acabado por capturar o faraó e por colocar a coroa sobre a cabeça de Cambises II que permanecia em Susa (Irã), uma cidade que já não existe. Algumas revoltas bem sucedidas contra os persas marcaram o Egito no século V a.C., mas nunca foram capazes de os derrubar de forma definitiva.

Este primeiro período de domínio persa sobre o Egito, também conhecido como XXVII Dinastia, terminou em 402 a.C..

De 380 a 343 a.C., a XXX Dinastia governou como última casa real nativa do Egito dinástico. Uma breve restauração do domínio persa, por vezes designada como XXXI Dinastia, teve início em 343 a.C., mas pouco depois, em 332 a.C., o governante persa entregou sem grande resistência o Egito a Alexandre, o Grande.

Em 332 a.C., Alexandre, também chamado de Magno, conquista o Egito, mas morre em 323 a.C., quando Ptolomeu, um dos seus generais, torna-se governador e em 305 a.C., rei. Ptolomeu, de origem macedônia, dá origem à dinastia dos Lágidas, que governa o Egito nos próximos três séculos. A última representante desta dinastia foi a famosa rainha Cleópatra VII (tema de um famoso filme inglês, estadunidense e suiço-1963), derrotada em 31 a.C. pelos romanos na Batalha de Áccio. Em 30 a.C. o Egito transformou-se numa província de Roma, administrada por um prefeito. A mesma sorte ou o mesmo azar se abate sobre a área que ficou conhecida por Palestina.

Palestina é a denominação histórica dada pelo Império Romano a partir de um nome hebraico biblico a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as atuais fronteiras ocidentais do Iraque e Arábia Saudita, hoje compondo os territórios da Jordânia e Israel, além do sul do Libano e os territórios de Gaza e Cisjordânia.

A área correspondente à Palestina (base 1948) encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel, criado com o apoio da ONU após o fim da II Grande Guerra; outra é a atual Jordânia; e a terceira compreende a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, de maioria de árabe, que deveria integrar um estado palestino a ser criado de acordo com a lei internacional, segundo determinações das Nações Unidas. Mas, demora a acontecer.

Um fato novo viria se transformar em mais uma catástrofe militar: em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram conquistadas à força por Israel ao Egito e à Jordânia que tinham o domínio sobre a área. A operação ficou conhecida como Guerra dos Seis Dias. Posteriormente Gaza, 2005, foi entregue à Autoridade Palestina, que é o embrião do Estado Palestino (que não sai). Já a Cisjordânia (onde antes houve a Judeia e a Samaria) possui partes de territórios soberanos palestinos e parte de territórios com habitantes israelenses estabelecidos depois da conquista de 1967.

Boa parte do conflito que o mundo acompanha contrariado e estupefato entre Israel e palestinos, deriva dos “direitos” alegados por uns e outros, sem que a ONU consiga fazer valer suas determinações.

Sobre esse território (antigos reinos de Isreal e Judá), imperou o domínio romano, em cujo período se dá a Maior Catástrofe Religiosa do Planeta: a execução do maior líder espiritual de todos os tempos. Marcado, espiritualmente, para promover a maior transformação planetária a partir da única civilização que comportava ser motora dessa evolução, Jesus Cristo proporcionou aquilo que os estudiosos e historiadores classificam de O Maior Plano Evolucionista do Planeta.

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