domingo, 27 de abril de 2014

1404-Brasil: a undécima chance


12ª crise: a farsa democrática

Mesmo que possa ter existido (em governos anteriores) favorecimentos a deputados e senadores para compor uma base situacionista no Congresso (não esqueçamos que temos em curso as heranças lusas de governar), o caso do PT e de seus aliados foi absurdamente um assalto aos cofres da Nação em favor da politicalha. Milhões de reais foram desviados dos cofres públicos através de esquemas envolvendo pessoas e empresas para comprar a fidelidade de parlamentares, tudo apurado em Comissão Parlamentar de Inquérito e transformado em processo crime junto ao Supremo Tribunal de Justiça, com sentença e prisão dos culpados.

O longo discurso das esquerdas (que também foi do PT) clamando maior participação e democracia, foi reduzido a pó, jogado no lixo, enquanto uma ditadura partidária disfarçada de democracia tomava o país de assalto.

As alianças externas do governo do Brasil, contrariando os 500 anos de tradição capitalista, passaram a ser com governos totalitários comunistas aqui mesmo nas Américas e fora dela. Rasga-se a Constituição Federal e outras leis para servir aos conchavos com aliados de esquerda. Abre-se a décima segunda crise político-institucional no Brasil.

À exceção do presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, o Brasil não tem autoridade respeitável. O povo faz chacota sobre os políticos, a começar pela senhora presidente.

O trabalho diuturno escolado pelo sindicalismo de resultado levou o PT a fazer bem feita a instrumentação do governo de tal forma que por mais que a sociedade rejeite este modelo, ele é muito forte e muito difícil de reverter.

Pelas informações oficiosas que se obtém, 25% do eleitorado nacional é beneficiado com a bolsa família, uma esmola que entrega 70 reais por mês a cada criança das famílias consideradas pobres. Esse dinheiro sai dos impostos para compor o que a presidente Dilma anuncia como saída (do povo) da miséria e entrada na classe média.

Está aberta a 12ª crise institucional, talvez a mais grave de todas. E agora?

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