sábado, 24 de maio de 2014

1431-Cônjuges


Introdução

Estamos abrindo uma nova série para falar da conjugação, do ato de acasalamento, com as vistas voltadas para o que nos sugere a natureza, em que tudo, tudo mesmo, com raríssimas exceções, se conjuga na base do masculino e feminino, do positivo e negativo, em que as forças cósmicas da criação tendem, evidentemente, para o centro, em que um anula o outro e em que dão origem aí, sim, ao que se chama conjugação.

Enquanto isso não acontece, nesse nosso caso, ambos continuam cônjuges, isto é, candidatos à conjugação, também chamada de androginia, como é explorado pelo saudoso cientista do amor, Carl Gustav Jung.

Mas, não pense o leitor, que esta série vai redundar o assunto pelos ângulos do machismo ou do feminismo, apenas, numa espécie de condenação velada aos casamentos homoafetivos, em que dois homens ou duas mulheres se encontram como amantes, sem chance de conjugação.

As uniões homoafetivas – que é o termo que procura retirar a conotação sexual – é um opção dos dois, uma realização dos dois, coisa que, apesar de um tanto estranha a partir do ponto de vista de toda a natureza, nos mostra que também a natureza não humana nos tem mostrado alguns raros casos de homossexualismo. A palavra é um tanto restrita para definir uma coisa mais ampla, pois o prefixo homo imprime ou sugere alguma coisa relativa ao homem e, no entanto, a mulher também tem procurado outra mulher para parceira de relação. A verdade é que homossexualidade, como já abordamos em outra série há alguns meses, abrange um gama de categorias ou estágios. Não voltaremos a este assunto, agora. Esta série é dedicada a tratar dos cônjuges e não ficará exclusivamente nas suas relações na sociedade, na sala, na cozinha, na sala de jantar, no banheiro, no quarto, na cama, como você verá.

Não se esqueça, leitor, que este blog é dedicado à Maioridade Espiritual. Logo, é óbvio, levaremos nossas reflexões também ao plano da espiritualidade. Quem sabe lá sejam encontradas as razões de o homem procurar outro homem e de a mulher procurar outra mulher para parceiro, parceira.

Não importa se você é viúvo, viúva, casado, casada, namorido, namorida, solteiro, solteira, jovem, adolescente ou alguém já bem avançado na idade, esta série não quer ensinar, nem criticar, nem apoiar nada, quer enfocar com ângulos de vista em pouco mais amplos e elevados para se contrapor ao besteirol que é posto à disposição dos consumidores da mídia deslumbrada.

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