domingo, 29 de junho de 2014

1467-Sobre o Espírito


A palavra mais recente

Cientistas e filósofos, ultimamente, desenvolvem com intensidade seus estudos para tentar explicar o que existe ali tão misteriosamente no íntimo humano misturando inteligência, percepção, consciência, vontade, iluminação. Gunther S. Stent, biólogo molecular, conclui que para ir além na investigação parecem restar três sérios problemas a resolver: a origem da vida, o mecanismo da diferenciação celular e a base funcional do sistema nervoso superior.

Tem-se como certo que o sistema nervoso superior ajudado pela rede nervosa que cobre todo o corpo humano é o ponto de conexão entre a aura (envoltório energético, também chamado de períspirito) e a parte puramente biológica do corpo humano. Então se os cientistas querem, de fato, estudar mais sobre o espírito, o ponto de partida é o sistema nervoso, que inclui o cérebro, a rede neural e os peptídeos.

John White, cuja dedicação aos estudos da consciência humana é notória, anuncia: “não prevejo uma solução para o mecanismo da consciência (...) uma vez que seus aspectos epistemológicos postulam-na não só como o problema filosófico central da vida, mas também situam-na além do domínio da investigação científica”.

Roger Wescott contribui com a hipótese de que a consciência é uma bioiluminiscência interna, endocraniana, uma forma de luz, propriamente dita, gerada no, pelo e para o cérebro, podendo ser a matéria-prima da consciência pura, ou seja, o Espírito. A própria percepção pode consistir na geração e recepção internas de radiação perceptível – numa palavra, de luz. Seria esta luz, a energia que chamamos de Espírito?

O que importa notar é que pessoas em estado de quase morte que retornam à vida, mesmo depois de terem passado pelo coma, relatam que tomaram conhecimento do que se passava com elas. Logo, esta consciência estava fora do cérebro. A isso se pode chamar de Espírito? Sim. Se pode chamar de Espírito também a capacidade das crianças aos três anos de idade dominarem praticamente todas as palavras do idioma a que estão submetidas. Sem tempo para aprender e mesmo sem ninguém a ensiná-las intensivamente, aos três ou quatro anos de idade elas dominam quase todo o que pode ser falado por uma pessoa adulta. E também se pode chamar de espírito ou ausência dele quando cessa a vida de uma pessoa e o corpo esfria, exatamente como sintoma de que a chama que ali estava foi desligada.  

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