terça-feira, 29 de julho de 2014

1497-Jesus com efes e erres


De que ele morreu?

Fica muito difícil explicar a ressurreição de outra forma que não a verdadeira, possível, sem contestações. E mais difícil ainda explicar que Jesus subiu aos céus em carne e osso.

Jesus morreu fisicamente, clinicamente? Quem pode assegurar? O médico que o tivesse examinado, teria atestado sua morte por “hemorragia externa, causada por ferimentos nas mãos, pés e tórax, seguida de insuficiência respiratória”. Com os crucificados ocorre que o corpo, suspenso na posição em que fica, faz pressão sobre os pulmões e estes perdem lentamente a capacidade de funcionar, asfixiando a vítima nesse processo. Para facilitar o seu retorno à vida no mesmo corpo, o centurião romano (Longhinus) teve à intuição de ferir-lhe com a lança, expelindo todo o líquido que se acumulara sobre a extremidade inferior do pulmão, que inviabilizava sua respiração.

O Messias morreu antes que os seus dois companheiros de infortúnio que, como sabe, foram crucificados junto com ele. Os espíritos evoluídos livram-se mais rapidamente da matéria, como sabemos.

Tanto foi assim que ao saber do rápido passamento de Jesus, Pilatos mostrou-se surpreso e manifestou isso a José de Arimatéia, tio e amigo do morto, autorizando-o a retirar o corpo (Marcos 15, 43-45) da cruz. Por este motivo, não lhe foram quebradas as pernas, como aconteceu aos dois outros condenados e a todos os demais crucificados, como era norma. No momento em que se quebraram as pernas dos dois outros condenados, Jesus já havia sido retirado da cruz e já estava sepultado.

Também não ganhavam sepultura os condenados à cruz. Eram deixados ao relento para que os cães e os abutres se servissem de suas carnes. Gólgota, nome dado ao local das execuções se deve às caveiras ali abandonadas, principalmente crâneos.

Sepultado, Jesus teve a assistência do médico Nicodemos, especialista em ferimentos, como consta de Lucas 23; 56 e de João 19; 39. Nesta mesma noite recobrou os sentidos e ergueu-se da sepultura para assombro de todos quantos tomaram conhecimento desse fato.

Voltou ao convívio dos seus diretos auxiliares e precisou sumir da região para não ser executado novamente a sangue frio. Esta é a história que se conta do surgimento de um messias em Kashimira, na Índia, onde viveu até os 40 anos de idade, falecendo de morte natural, recebendo ali sepultura que, por sinal, é muito frequentada como depósito do corpo de um importante profeta. 

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