domingo, 10 de agosto de 2014

1509-A Era de Luz já iniciou


Os próximos séculos desta era

O primeiro século dos anos 2000 será de perplexidade diante do maucaratismo de algumas pessoas. Só para exemplificar. Há alguns dias passou uma matéria na tevê mostrando um centro educacional (em Palhoça/SC) que a prefeitura estava a construir com verbas federais, mas por conta de desacerto nas prestações de contas as últimas parcelas do convênio não puderam ser liberadas e a obra teve de ser paralizada faltando praticamente lâmpadas, interruptores, fechaduras, algumas louças de banheiros, etc.. Pois, pasmem, foram os próprios futuros beneficiados pela obra que roubaram fios elétrricos já instalados, janelas inteiras, portas inteiras e algumas sobras de azulejos que seriam usados em acabamentos finais. Ou, então, se preferirem, outro exemplo: a população sai às ruas para protestar contra qualquer tema que mereça seu repúdio e no meio dos manifestantes mascarados começam a jogar pedras e paus contra vitrines de lojas e bancos, a virar carros, a saquear estoques das lojas depredadas. Outro exemplo: o condomínio possui floreiras muito bem cuidadas por jardineiros capacitados e alguns moradores se julgam no direito de surrupiar mudas para levar para dentro de suas moradias. Outro exemplo: o caminhão carregado de cerveja tomba e a carga se esparrama pelo barranco da estrada. Em menos de meia hora toda a carga é saqueada. O mais sintomático de tudo é que se os saqueadores fossem pessoas pobres, alguém poderia dizer: “levam porque não têm como comprar”. Mas os saqueadores descem de carrões que valem mais de 50 mil reais e alguns deles vestidos com terno e gravata.

Os exemplos de maucaratismo assinalam bem o que se intensificará neste primeiro século, nem tanto porque se tornarão mais acentuados, mas poque se tornarão mais notados. Mais pessoas de bem terão olhos e reações para bater contra esse tipo de comportamento, não só com vistas para as janelas de Palhoça, não só com o quebra-quebra paralelo às manifestações e protestos, não só com o furto de flores e folhagens do condomínio e nem só com a carga de cerveja surrupiada mas, e muito, também, com os serviços públicos que deixam de cumprir sua finalidade, com servidores relapsos, com irresponsabilidade em todas as situações.

O que aumentará geometricamente será o interesse dos bons cidadãos em se aliarem aos outros bons cidadãos, vizinhos ou não, colegas ou não, patrícios ou não para formarem verdadeiras correntes do bem para se ajudarem, para se apoiarem, para se protegerem, para exigirem seus direitos e para cobrar deveres.

Vou fazer ilações para tornar mais compreensivel a tendência comportamental das pessoas que mereçam ficar no planeta reencarnando e levando suas evoluções espirituais: o leitor conhece como funciona um formigueiro, uma colmeia? Pois bem, além do perfeito sistema de integração e interação que ali existe, vou destacar o padrão de defesa que funciona naquelas “sociedades” que a gente acha que não são inteligentes. Os sistemas dos formigueiros e colmeias se encerrega de mandar pra fora, de expulsar, todo elemento nocivo, seja o que for que seja considerado “inimigo”.

Dou mais uma ilação buscando o exemplo das comunidades indígenas que existiram aqui na América antes do homem branco corromper os seus líderes e de estragar tudo o que havia. Em príncípio, toda sociedade indígena era baseada numa lei de apenas três artigos: é proibido mentir; é proibido roubar; e é proibido vagabundear (isto é, não trabalhar para o bem do coletivo). Aquele indivíduo que mentisse, roubasse ou se negasse trabalhar, era expulso da comunidade. E se ele fosse buscar abrigo em outra comunidade, os anfitríões já saberiam que ele cometeu erros e não o acolheriam. O faltoso acabava abandonado e morrendo de tédio.

Do mesmo modo, o segundo século desta era já estará expulsando daqui os faltosos para fazer com que o planeta se livre desse tipo de pessoas, na verdade, desse tipo de consciências.

O que é você está fazendo pela sua permanência como reencarnante aqui neste planeta?

Pense nisto, enquanto eu encerro mais uma série.  

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