sábado, 18 de outubro de 2014

1578-Paridos no terror e renascidos no amor


Um homem marcado pelo destino

Napoleão Bonaparte foi o gênio militar mais brilhante do século XIX. Conquistou a maior parte da Europa Ocidental para a França e instituiu reformas nesses novos territórios a fim de garantir as liberdades civis e melhorar a qualidade de vida. Foi coroado imperador da França em 1804 e estimulou o país implantando reformas para unificar a nação, dividida pela revolução. Muitas dessas mudanças perduram até hoje, como por exemplo as garantias às liberdades civis.

Os ataques da esquerda culminaram numa conspiração iniciada pelo reformista François Nöel Babeuf, que defendia uma distribuição equitativa das terras e dos lucros. Esta insurreição, que recebeu o nome de ‘Conspiração dos Iguais’, não chegou a desenvolver-se por ter sido Babeuf traído e executado em 28 de maio de 1797. Luciano Bonaparte, presidente do Conselho dos Quinhentos; Fouché, ministro de Polícia; Sieyès, membro do Diretório, e Talleyrand-Périgord julgaram que esta crise só seria superada com uma ação drástica e deram um golpe de Estado em 9 e 10 de novembro, levando à queda do Diretório. O general Napoleão Bonaparte seria a figura central deste golpe e dos acontecimentos que conduziram à Constituição de 24 de dezembro de 1799, que estabeleceu o Consulado, espécie de Governo de Exceção.

Bonaparte, investido de poderes ditatoriais, usaria o entusiasmo e o idealismo revolucionários para atender a seus próprios interesses. No entanto, a situação interna seria compensada pelo fato da Revolução ter estendido seus princípios e ideais a quase todas as regiões da Europa, durante o período das conquistas napoleônicas.
Nesse período o Regime Napoleônico fez a transição do Feudalismo para o Capitalismo.

Você vai observando como a liderança de Bonaparte insidia sobre os destinos do país mais importante do Ocidente à época. Algo de espiritual a caminho, justamente na França, que viria nos dar Kardec.

No sistema feudal não existia comércio, as relações eram à base de trocas de produtos, e toda produção era destinada ao sustento local.

As relações de trabalho se realizavam entre o senhor feudal, dono da terra que fazia parte da burguesia, e do outro lado o servo ou camponês, que era subordinado ao senhor feudal. O servo trabalhava na terra do senhor e pagava um “aluguel” pelo seu uso, além de trabalhar três dias por semana de graça para ele.

O servo devia gratidão ao senhor pelo trabalho e proteção, a essa relação de dependência e gratidão dá-se o nome de vassalagem. Nesse período não existia trabalho assalariado, o que resultava numa dependência social entre senhor e servo.

No capitalismo as relações de produção e trabalho possuem características opostas ao feudalismo. O sistema capitalista deixa explícita a função do dono dos meios de produção e do trabalhador que vende sua força de trabalho, outra característica fundamental do capitalismo é a incessante busca pelo aumento da produção, a busca de novos mercados consumidores e a busca de lucros.

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