terça-feira, 21 de outubro de 2014

1580-Paridos no terror e renascidos no amor


Conclusão: uma conversão planetária

Passadas as séries mortíferas do século XX, quando Europa e Ásia ficaram definitivamente marcadas pelo sofrimento das bombas (guerras aéreas), assombrosamente, a última metade daquele século viria mostrar uma revolução no modo de pensar (de baixo para cima) da espécie humana em uma imensa região do planeta. Houve uma gradativa opção pela paz. Uma reviravolta na mentalidade antiga provocada por uma legião de espíritos imigrantes ou reentrantes, cuja maior e mais importante demonstração da virada aconteceria no Festival de Woodstock (EUA), em agosto de 1969, quando uma multidão abalou o mundo, chocou a moral, provocou o escândalo, quebrou convenções para dizer: “chega; somos da paz”. Nunca mais o sinal com os dedos indicador e médio abertos em forma de V significaria apenas vitória. A segunda mão também viria a ser usada com o mesmo sinal e então isso ficou expresso: “paz e amor”.

Tratava-se do resultado do fenômeno que ficou conhecido por “Babyboom”, nada mais que um período de calmaria e confiança nas instituições nascidas do pós-guerra (1945), com a OTAN e a ONU, em que os casais voltaram a ter interesse na proliferação e engravidavam com assiduidade, dando origem a muitos nascimentos. Isso foi chamado de “boom” dos bebês.

Passo a comentar agora o que se pode entender por espíritos imigrantes e/ou reentrantes. Fica claro que as encarnações havidas de 1945 em diante, em boa percentagem não era mais o repeteco dos velhos espíritos cansados de morte/violência e sim de uma legião diferente, desobediente, contestante, porém pacífica. Lembram do sinal de vitória “Paz e Amor”? Vinham de outras dimensões, desconhecidas do velho e arrogante modo de se relacionar da velha e cansada Europa & Cia.? Vinham de outras galáxias para dar um basta no modo truculento de asiáticos, europeus, mediorientais? Sim, sim, com certeza.

Claro, claro. Não pegavam em armas, pegavam em flores. Não pegavam em metralhadoras, pegavam em guitarras. Não usavam armaduras, tiravam a roupa. Não cantavam hinos de guerra, preferiam canções de amor. Mesmo que tivessem sido paridos repetidas vezes no terror, estavam renascidos no amor.

Uma das correntes pesquisou a chegada de espíritos de fora da Terra. Outra trouxe a hipótese de serem espíritos dos índios massacrados pelos brancos, que tinham como argumento maior o uso de cabelos longos, nascendo no seio de famílias tradicionais que os haviam levado à extinção como nações nativas. Eram os espíritos das vítimas do homem branco, dizimados pela truculência do colonizador voltando não para se vingar, mas para ensinar novos métodos de vida ao milenar guerreiro vindo da Europa, Ásia, África – isso no caso dos Estados Unidos, Brasil e outras culturas. Eram meninos e meninas dispostos a quebrar a estrutura velha trazida da Idade Média, romper com as religiões retrógradas, derrubar esse mundo hipócrita de nossos tetra-avós para cá, inclusive no interior da estrutura familiar.

Até mesmo os velhos espíritos guerreiros começaram a questionar-se e a aderir ao mesmo modo de vida. Foi assim que nasceram os “velhinhos transviados” aderentes ao estilo lançado pelos mais moços.

Mas, esta análise é fraca, diante da grandiosidade do trabalho desses espíritos tenham vindo eles de onde quer que seja. Eles não estavam apenas no continente americano, parece evidente. Seria parcial se fosse assim. Eles encarnaram em outras latitudes, principalmente na Europa e bagunçaram o coreto das tradições mais nobres e requintadas daquele continente também. O Japão passou a receber levas e mais levas de espíritos pacificadores dispostos a quebrar o paradigma tradicional. Internacionalizaram a fechada cultura japonesa.

Por isso, a tese imigrante se torna muito forte. Os convidados a reencarnar aqui teriam sido como que indutores de um novo processo de relações entre as pessoas, nações, instituições, exigindo de governos, religiões, escola, mercado, uma reviravolta sem precedentes.

As altas hierarquias espirituais retiraram daqui (e continuam a retirar) através das pestes, e ainda das guerras, assassinatos e acidentes violentos, além da fome, milhões de espíritos que perderam o enquadramento para participar dos novos padrões planejados para o planeta. E trouxeram para cá já (e continuarão a trazer) milhões (bilhões) de outros espíritos afinados com o que iria (irá) ocorrer daqui para frente. Na sequência, estão vindo os cristais e índigos (de quem falaremos em futura série). Já é a segunda leva de imigrantes.

A espiritualidade parece reservar-nos ainda uma terceira leva, que seria dos espíritos violeta, pertencentes às falanges de Saint Germain. A propósito desse espírito avançadíssimo que vem assumindo importantes funções nas hierarquias que têm Jesus como comandante principal, cabe dizer, se trata de São José, o pai de Jesus. Esteve entre nós em algumas oportunidades, uma delas como Cristóvão Colombo. Outra como Roger Bacon e a última e derradeira passagem dele pelo plano biológico teria sido como Conde de Saint Germain (pesquise na Internet) com passagem em muitos lugares da Europa. 

Então, meu caro leitor, para terminar esta série, cabe resgatar que entre os 83% dos homens e mulheres que condenaram a Guerra do Golfo (como vimos no início desta série), não estavam os velhos espíritos guerreiros milenares ou seculares da velha Europa, mesmo que reencarnados na América. Estavam muitos dos imigrantes ou reentrantes já citados e, certamente, muitíssimos adeptos conquistados por eles entre nós, velha guarda.

A assepsia planetária continua. Se agora as guerras matam menos, a retirada de espíritos truculentos vai se dando pelas guerrilhas urbanas movidas pelo tráfico de drogas, pelo próprio efeito das drogas e assim, pela velocidade e pelos vícios, como tem lavado muita gente.

Resta como desafio a quem queira avançar em profundidade, explicar o Oriente Médio. Por que aquela gente destila tanto ódio entre si? Por que o islã está tão vinculado ao terror? Sabemos que Maomé não é o mestre disso.

Com a palavra os doutos.

Fim da série.

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