sábado, 1 de novembro de 2014

1590-O Espiritismo no Brasil


A era Divaldo Franco-Chico Xavier

O Brasil é um cabedal de médiuns de grande expressão como Roger Feraudy, Waldo Vieira, Waldemar de Oliveira, Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco, bem como de escritores espíritas como Torres Pastorino, Pietro Ubaldi, Huberto Rhoden, Bezerra de Menezes, Herculano Pires, Hermínio C. Miranda, Hernani Guimarães Andrade, João Nunes Maia, Waldo Vieira entre tantos outros, que marcaram os acontecimentos a partir da década de 1950.

Os mais destacados médiuns e também escritores desta fase são Chico Xavier e Divaldo Pereira Franco, cujo trabalho marca época em seu tempo.

Mas, é de se destacar, do mesmo modo, a participação dos espíritos Emmanuel, André Luiz, Joana de Ângelis, Humberto de Campos e tantos outros sempre presentes nas obras que enriqueceram o conhecimento espiritual nos últimos 70 anos.

Talvez a mais importante dessas obras mediúnicas venha a ser “Nosso Lar” (André Luiz via Chico Xavier), retratando a trajetória de um importante médico carioca nos dois planos da vida, inclusive levado ao cinema em 2010.

Cabe destacar também em 1945 a fundação do Hospital Espírita Pedro de Alcântara, no Rio de Janeiro.

E ainda da primeira metade daquele século o esforço das lideranças espíritas na unificação das entidades representativas do setor. Partiu de São Paulo a iniciativa de unir as federações num novo processo pela unificação do movimento espírita no país. Em 1947, durante o I Primeiro Congresso Espírita do Estado de São Paulo, pró-unificação, ficou praticamente selada a união. No ano seguinte (1948), ainda em São Paulo, tem lugar o Congresso Espírita Centro-Sulino, também pró-unificação.

Dada a movimentação paulista em favor da unificação, tem lugar, no Rio de Janeiro, o evento mais importante do período: a aprovação dos dezoito itens do Pacto Áureo, considerado o mais importante documento do movimento espírita no País (5/10/49). O documento tinha a finalidade de unificar as federações estaduais em torno da FEB. No ano seguinte (1950) foi estabelecido o Conselho Federativo Nacional, composto pelos representantes das referidas entidades aderentes. Ainda em 1950 partiu do Rio de Janeiro para a região Nordeste do Brasil, a chamada Caravana da Fraternidade, integrada, entre outros, por Lins de Vasconcellos, Carlos Jordão da Silva e Leopoldo Machado. Como resultado, ampliou-se o número das federações estaduais no País.

Em termos de divulgação, realizou-se em 1949 o II Congresso Espírita Pan-Americano na cidade do Rio de Janeiro, promovido pela Liga Espírita do Brasil.

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