sexta-feira, 7 de novembro de 2014

1596-Espiritismo em Santa Catarina


A Ilha da Magia

Os estudiosos aplicados ao Espiritismo sabem que nada acontece por acaso e que no caso da presença no Litoral de SC dos índios Kary’ó e posteriormente das famílias açorianas, tudo ia se consumando dentro dos planos elevados. Uma região de anomalia energética, um chakra planetário como é o litoral catarinense, deveria receber, como de fato recebeu por influência das elevadas hierarquias espirituais, contingentes humanos de perfil coerente com o meio: em síntese, abertos à espiritualidade e afoitos na defesa deste paraíso. Foi assim que vieram para Desterro (nome antigo da cidade de Florianópolis) as mulheres açorianas dotadas de poderes mediúnicos e artes mágicas, aqui chamadas de bruxas muito mais porque a Igreja queria segregá-las.

Na verdade, essas “bruxas” vieram se juntar aos “bruxos” da nação Kary’ó, que já estavam na região para cuidar da “Ilha da Magia” (como foi chamada nem tanto para enaltecê-la, mas muito para condená-la) e suas cercanias, regiões com muita vocação espiritual: São José, Palhoça, Antônio Carlos, Santo Amaro da Imperatriz, Angelina, São Pedro de Alcântara, etc.

Este verdadeiro paraíso terrestre incrustado na geografia do Sul do Brasil, destoando de tudo que existe ao Sul e ao Norte de onde está, não é um paraíso só do ponto de vista paisagístico, do relevo, das baías, da vegetação, dos rios e lagoas, representa na terra o que se organiza no espaço. As energias que aglutinam, o magnetismo se acelera, a anomalia de tempo já foi medida pela NASA e o 12º Chakra do planeta poderia estar muito adiante se os seus guardiões primaciais não tivessem ido embora da região. A notícia que se tem é que agora eles estão voltando reencarnados para terminar seu trabalho.

Não é tudo, ainda. Os moradores atraídos para a região também não chegaram a ela por mero acaso. São forças estranhas que trabalham essa atração. São pessoas que vêm para liderar planos de conservação, preservação, respeito, adoração, consagração da região como ela está destinada pela elevada espiritualidade.

Uma colônia de cura espiritual está localizada sobre a região onde são recebidos desde muitas décadas passadas os espíritos ceifados de seus corpos pela violência dos movimentos armados já referidos na Introdução desta série e diretamente envolvendo pessoas que estavam ou não na região quando perderam seus corpos, mas que tinham endereço nela. Nas guerras sequenciais movida pelo Império Brasileiro contra os países do Cone Sul da América, Santa Catarina foi uma grande contribuinte com víveres e soldados (menos de 25% voltaram vivos). Nesse lar espiritual que é também uma enfermaria, um hospital, uma escola, uma creche, uma convivência com funções terapêuticas, espíritos dos abatidos em guerras, revoluções, acidentes, assassinatos e execuções sumárias, são tratados e encaminhados para a reencarnação aqui mesmo na região. Milhares deles são espíritos Kary’ó (também trucidados pelo homem branco) chegando entre os habitantes da Terra Sem Males para desempenharem sua missão sagrada.

Por todos estes motivos este pedaço de chão brasileiro e planetário é um rincão muito propício aos trabalhos espirituais, como se escreve.

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