quinta-feira, 13 de novembro de 2014

1602-Espiritismo em Santa Catarina


Vórtices da Rede Energética Planetária
 
Vórtices da Rede Magnética Planetária, Áreas de Anomalia de Tempo e de Contato para a Irmandade da Luz, são nomes até certo ponto correlatos para o que será abordado nesta postagem.
Chama-se “anomalia de tempo” as variações no curso do tempo, seja aceleração, seja retardamento, muito comuns em viagens aéreas em que sem nenhuma interferência identificada o avião engole o tempo e chega mais cedo ou é engolido pelo tempo e se atrasa ou desaparece sem vestígios. A Irmandade da Luz é uma crescente rede mental/espiritual ao redor do planeta com transcendência interplanetária e ligações com inteligências galácticas, cuja liderança no processo evolutivo da humanidade terrena é uma realidade.
 
O que se lerá a seguir é muito antigo, mas só agora recebeu a permissão de acesso e este é exclusivo para um pequeno grupo de Filhos da Luz.
 
A ideia de que o planeta por nós habitado é um ser vivo, não é nova. Na Grécia Antiga, pré-helênica, imagens míticas da Terra Mãe estão entre as mais antigas da história religiosa humana. Gaia, a Deusa Terra, era cultuada como a divindade suprema dos gregos. Antes mesmo, desde o neolítico, passando pela Idade de Bronze, as sociedades da velha Europa adoravam numerosas divindades femininas como encarnações da Mãe Terra. A “teia da vida” também aparece no discurso (1870) atribuído ao chefe índio, Seatle, conhecido de muitos. A ideia da Terra como ser vivo, espiritual, continuou a florescer ao longo de toda a Idade Média e a Renascença, até chegar na imagem cartesiana do mundo como uma máquina.
Nas últimas décadas do século XX, a perspectiva de rede tornou-se cada vez mais fundamental na ecologia. O ecologista Bernard Patten, em suas observações conclusivas afirmou: “Ecologia é rede. Entender ecossistemas, será, em última análise, entender redes”.
De fato, da segunda metade do século XX em diante, a concepção de rede foi a chave para os recentes avanços na compreensão científica não apenas dos ecossistemas, mas também da própria natureza da vida. A “teia da vida” consiste em redes dentro de redes, provou Fritjof Capra. Em cada escala, sob estreito e minucioso exame, os nodos da rede se revelam como redes menores. Tendemos a arranjar esses sistemas, todos eles aninhados dentro de sistemas maiores, num sistema hierárquico colocando os maiores acima dos menores, à maneira de uma pirâmide.
Mas isso é uma projeção humana. Na natureza não há “acima” ou “abaixo”, e não há hierarquias como concebemos na estrutura social humana. Há somente redes aninhadas dentro de outras redes.
Imaginemos um corpo praticamente redondo, com veias (sistemas líquidos subterrâneos), ossos (placas tectônicas), órgãos (magmas), poros (nascentes de rios e também vulcões em atividade), suores (rios) chakras (centros de força), pele (solo), cabelos (vegetação), sobre cuja superfície vivem alguns bilhões de convidados dos muitos reinos, entre eles os animais, tendo entre alguns deles os ditos inteligentes, nós. E entre os inteligentes, sabemos encontrar uns que se enquadram no princípio cósmico da partilha da vida, outros que não se enquadram.
Isto tudo objetiva transmitir aos seres humanos a informação de que o cosmos também é um ser vivo e que Gaia, onde habitamos, é um órgão da galáxia, ligado a ela por feixes nervosos que levam e trazem energias, magnetismos, informações, espíritos, falanges, naves...
Esse ser vivo possui chakras em torno de seu corpo, zonas de anomalia de tempo onde a vida vibra com mais intensidade.
Este chakra sulamericano, o outro é Macchu Picchu, ganhou dos Kary’ó o nome de Yvymarãe’ÿ – Terra Sem Males.
Júlio Verne (1828-1905) parece ter sido o primeiro escritor a citar vórtices energéticos da Terra, incluindo-os no roteiro do submarino Náuthilus, nas “Vinte Mil Léguas Submarinas”, um dos seus livros de maior sucesso.
Seus escritos foram recebidos pelo mundo científico e literário como ficção. Em outras esferas do conhecimento, Verne era recepcionado como um visionário “vendo” para frente e para trás do seu tempo: para trás, foram as suas “visões” dos vórtices energéticos, pois eles são citados no Livro de Enoch, profeta bíblico anterior a Cristo, que teve seu trabalho censurado pelo Vaticano e ficou de fora dos testamentos católicos; para frente, quando “previu”, em “Da Terra à Lua”, que o homem iria à Lua montado num foguete.

Um comentário:

  1. Bravo Homero! Se até aqui já estava maravilhoso, em diante ficará incrível! Estou fã confessa e compartilho seus posts na minha página no facebook.
    Um iluminado abraço,
    Karla Menezes

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