sexta-feira, 14 de novembro de 2014

1603-Espiritismo em Santa Catarina


Conclusão

Existem mais coisas entre os céus e a terra do que aviões e urubus voando. No caso do Litoral de Santa Catarina, há cerca de 2 mil anos teve início um clã de índios especiais, mais claros, mais esguios, mais espiritualizados, mais inteligentes que os índios que conhecemos. Eram descendentes de Araribé (Homem Pato) da nação Arari, da Terra das Araras Vermelhas, descendente de Arari, mais um navegador como Noé, sobrevivente da imersão do território de Atlântida e da sacerdotisa Uká, do clã Aimará, do altiplano dos Andes. Toda a história de como se conheceram e porque ficaram na Ilha de Santa Catarina, será tema do livro “Uma Terra Sem Males”, a ser lançado em breve.

A vinda de Araribé desde o litoral do Espírito Santo e a vinda de Uká desde o altiplano andino para se conhecerem, se casarem e para gerarem os primeiros príncipes da nação Kary’ó obedecia um plano espiritual desconhecido por estes personagens, mas revelado a eles por um personagem ilustre que os visitou em torno do século I de nossa era. Tratava-se nada mais e nada menos que o Apóstolo Tomé. Isso mesmo, o Apóstolo considerado rebelde entre os doze, a quem coube o trabalho de expansão do cristianismo primitivo na Índia. E foi das costas da Índia que Tomé veio navegando pelas correntes marinhas até bater no Litoral do Brasil.

Esteve na terra dos homens-patos (por isso a Ilha se chamou Ilha dos Patos antes de ser batizada por Cabotto Ilha de Santa Catarina). Veio para dar ciência da Terra Sem Males e entregá-la aos cuidados dos Kary’ó.

Tomé juntamente com Araribé e sua esposa Uká integram a alta hierarquia da Colônia Espiritual que se localiza sobre a região da Capital de Santa Catarina.

Quase todos os leitores alcançados por esta mensagem, perguntam: o que isso tem a ver comigo? Qual é o meu papel diante dessa revelação? Dependendo da situação, pode-se dizer, esta mensagem pode ter o poder de mudar todo o destino de uma pessoa ou de uma legião de pessoas.
 

É difícil uma resposta que não seja abrangente. Sempre haverá um enorme contingente de pessoas dogmatizadas correndo atrás de gurus, consulentes, videntes, cartomantes, abrindo os jornais do dia para saber o que o horóscopo lhes reserva para hoje. Ou comprando as últimas revistas de moda para copiar o último modelo de primavera ou verão. Pode ser que alguns milhares continuem procurando os becos e os inferninhos onde possam consumir, ingerir, inalar e introduzir agentes e reagentes capazes de lhes “fazer felizes” por instantes. Outros mais podem prosseguir escravos dos apelos de poder e beleza representados no brilho das joias, no modelo dos carrões, na imponência das mansões, etc. Alguns, quem sabe, continuarão frequentando as academias e os salões de beleza, no culto ao próprio corpo. Uma grande quantidade permanecerá em casa com o televisor ligado nos programas de culto ao banditismo ou algo semelhante, que é a especialidade dessa poderosa escola de violência. Algumas igrejas continuarão cheias. Outras, sempre mais vazias.

Uns poucos, porém de forma crescente, escolherão passar seus dias na paz das florestas, dos rios e cachoeiras, dos sítios e fazendas, no silêncio dos templos e das praias desertas. Ou preferirão uma leitura construtiva, uma palestra orientadora, um curso de autoajuda. E, com um pouco de sorte, se reunirão a grupos especializados de crescimento espiritual, caridade, cura, ecologia e ensino. Pode ser que estejam se libertando da esfera das vibrações materiais que os alcançaram e que emanam desde que optaram ou foram levados a optar por aprofundar-se além do previsto nesses campos adensados, e talvez possam reencontrar as chaves de contato com os arquivos luminosos de suas próprias essências.

É com esses irmãos de luz que a espiritualidade maior vem contando. Sempre que um de nós consegue trazer mais um irmão para o campo luminoso, mais iluminada vai ficando a estrada por onde queremos caminhar. Maior será a energia desse vórtice, desse chakra planetário aonde alguns de nós habita e muitos outros torcem por ele quem sabe preparando-se para nele habitar.

Paz e Luz!

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