sábado, 15 de novembro de 2014

1604-As profecias e o Brasil


Introdução

O Brasil e, no mínimo, sua atual capital federal, são frutos de profecias. A América pode ter sido fruto, também, de uma profecia.

Vamos aos casos. Cristóvão Colombo estava em comunhão e a serviço da Igreja de Roma, numa época em que os magnos assuntos de interesse da Europa passavam pelo Papa. Colombo não podia confessar que mediunicamente conhecia o assunto e que estava a um passo de descobrir continentes que permitiriam dobrar o tamanho das terras conhecidas naquele século (XV).

Por causa do mistério que se fazia em torno de sua viagem, chegou a ser dito que “ele não sabia para onde ia; quando chegou, não sabia onde estava”. E tudo isso realizado com dinheiro emprestado, no caso, dinheiro do banqueiro Américo Vespúcio, a quem, no final, se homenageou dando-lhe aos continentes descobertos o seu nome.

A Cristóvão Colombo, que é apontado como uma reencarnação de José, pai de Jesus, teria sido confiada a profecia de que a Oeste da Europa estavam as terras que multiplicariam por dois os continentes até então conhecidos.

Como os habitantes do novo continente descoberto tinham a tez morena, semelhantes aos indianos, não resistiram à tentação de apelidar o continente de Índias Ocidentais.

Com o Brasil não foi muito diferente. No período de sua descoberta (1500), a maior frota marítima e o mais avançado conhecimento sobre as navegações pertenciam aos Templários, Ordem Religiosa que acabava de ser extinta por perseguição do governo francês, mas que havia preservado seu patrimônio montando exílio na Escócia, em Portugal e na Espanha, fato que viria dar causa ao poderio marítimo desses países nos tempos de então e posteriores.

Navios templários com a cruz de malta pintada nas velas (Ordem dos Cavaleiros de Cristo) vinham visitando em segredo as costas Leste da América descoberta, quando o Papa repartiu o território entre as coroas de Espanha (Oeste) e Portugal (Leste) no que ficou conhecido como Tratado de Tordesilhas.

Os Templários tinham conhecimento através de profecias da existência do território que, depois, ainda sob o comando de um templário, Pedro Álvarez Cabral, à frente de uma frota de caravelas, ficou sob a posse oficial do rei de Portugal.

Finalmente, a capital brasileira, Brasília, e inclusive seu nome, também são frutos de profecias. Ela foi prevista em sonho (profecia) pelo bispo Dom Bosco, depois santificado pelo Vaticano, e executada por um brasileiro que também acreditava estar entre os escolhidos profeticamente para governar o Brasil: Juscelino Kubitschek.

Teria sido só isso? Não. O Brasil vem sendo alvo de outras profecias a ponto de incentivar este blog a abrir uma série para falar disso.

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