segunda-feira, 17 de novembro de 2014

1606-As profecias e o Brasil


Falta a segunda parte da profecia

A visão do pastor Hazlett também falava claramente sobre levantar mulheres na política, diretamente para uma jornada que seria “segundo o coração de Deus”, a jornada que vai se ajoelhar diante de Deus, que vai abalar a nação brasileira e levá-la para uma época de prosperidade.

“Ele (Deus) removerá o espírito de Mordecai (personagem bíblico que controlava o governante babilônico), que tem tentado controlar as mulheres desta nação, e Ele (Deus) levantará uma mulher segundo seu coração, e abalará a nação, levando-a para uma temporada de prosperidade mesmo enquanto outros países enfrentarem crise”, profetizou o pastor.

A primeira vez foi em junho de 2014 em que a profecia de Hazzlett foi lembrada por conta das manifestações populares que exigiam melhora da política nacional, manifestações que começaram com a reivindicação de estudantes contra o aumento da passagem de ônibus em São Paulo e acabaram se espalhando por todo o Brasil.

E há uma terceira profecia, na verdade, um desdobramento ou bilocação, que é quando o médium se desloca em consciência enquanto seu corpo permanece imóvel em outro endereço. Nestas condições, Zózimo Barroso Silva narra o que ele presenciou numa sala de reuniões em São Paulo:

“Estava eu em uma viagem astral ou espiritual, acredito que estava fora do meu corpo em uma grande sala, onde se discutia o futuro de um partido político no Brasil. Fiquei ali ouvindo o que diziam até que me olharam e disseram: meu caro, o Brasil precisa manter sua estrutura que nós conseguimos manter até agora e a presidente Dilma será reeleita em sua segunda eleição, pois daqui agiremos para conseguir sua reeleição a qualquer custo. Outro presidente levará o Brasil para um processo que não é para o povo em geral, mas para satisfazer grandes empresas e a elite brasileira. Faremos o que for necessário para que ela seja eleita e assim fechar a mudança do Brasil que não será como as pessoas imaginam. O Brasil será um país comunista.

“Logo após a reeleição de Dilma o Brasil entrará em um processo de separação. Sim é isso que você está vendo: o Brasil entrará em um processo político de separação entre dois países, o Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, estarão nesse processo de uma separação formando outro país. Não irão aceitar a reeleição de Dilma e assim se erguerá uma nova força política e separatista.

“Também iniciará outro processo, onde haverá o surgimento do terrorismo no Brasil, pois a mídia e o Facebook incentivarão o surgimento de um grupo que nós já conhecemos e que se unirá à facção criminal do PCC e este com o apoio do Hezbolah islâmico, com quem já mantém parceria. Já começaram a trabalhar e estão em processo de efetivação em defesa do governo brasileiro. Essa facção começará como os Black Blocs e será a nova facção de intolerância em nosso país. Os partidos brasileiros até se mobilizarão para apoiar as manifestações, mas não imaginam que essa facção se unirá às facções criminosas, inclusive traficantes.

“O Brasil sempre se orgulhou de ser um país sem terrorismo, mas não será assim, teremos o terrorismo, pois a mídia está incentivando esse tipo de facção através de aceitação da oposição ao governo do PT e em contrapartida o que se vê é PT querendo silenciar a mídia.

“Podemos perceber isso em várias manifestações em nosso país, contra a copa no Brasil e em outros momentos.

“Vejo que para muitas pessoas têm uma visão equivocada de democracia. Democracia não é discutir e votar, é fazer o que bem entende, baderna, quebra-quebra, invasão de propriedade privada, tudo em nome também das minorias excluídas e oprimidas.

“Vejo que as instituições estão desmoralizadas, com exceção do Ministério Público e da Polícia Federal, chegando em terceiro lugar as Forças Armadas, que se calaram, mas não estão fora da cena. Por isso, a maioria consciente deve aceitar e esperar por melhores chances de mudar o panorama político a cada eleição ou, na pior das hipóteses, dentro da legalidade, mediante atuação do parlamento e da justiça.

“Vi muita destruição no Brasil, pessoas morrendo por nada, policiais enfrentando reações com bombas de molotov e muita bala. O perigo de que os black blocs tornem-se uma célula terrorista, como já acontece até com as torcidas organizadas do futebol.

“De volta das minhas divagações escuto uma voz interior que me diz: o povo paga para ter transporte, saúde, segurança, lazer, cultura e se cansa, então parte para a pancadaria.

“Outra voz sussurra ao meu ouvido: para segurar essas ondas e fazer um país bonito, forte, será necessária a participação das entidades de classe, as igrejas, a mídia, o uso do voto e de canais abertos por onde as lideranças possam debater um projeto de nação que não privilegie ninguém, democraticamente.

“Penso que tudo isso nada mais foi do que a minha profecia para depois de 2014”.

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