segunda-feira, 24 de novembro de 2014

1613-As profecias e o Brasil


Para rememorar: profecias e fatos

Vamos a um pouco de história mesclada com o que a espiritualidade nos adianta sobre o Brasil.

A Queda de Collor.

Estávamos a nos referir em postagens anteriores desta mesma série que uma profecia pode sofrer mudanças quando há interferências ou manipulações sobre a população e sobre os fatos.

A passagem de Collor pelo poder é um belíssimo exemplo disso. Três candidatos na época causavam calafrios à Rede Globo: Silvio Santos (que teve a candidatura impugnada por ser dono de TV), Afif e Lula: Afif porque se subisse à presidência poderia cassar a concessão pública da Globo (que como se sabe burla a lei das concessões de tevê) e Lula pelo discurso reacionário de esquerda. 

A chance de evitar a vitória de todos os três nomes seria apoiar o "caçador de marajás" com pinta de galã. E assim foi feito, com amplo apoio da mídia (por isso que desde essa época um dos sonhos do atual governo é controlar a mídia e tirar poder da Globo). Collor foi eleito e logo no início do seu mandato fez a escolha que decidiu o seu futuro: cortar a propaganda estatal para economizar dinheiro, o que obviamente não agradou a emissora que ganhava milhões em anúncios estatais a cada mês e ainda passou a dar cobertura ao nascimento de uma nova rede de tevê, a OM, Organizações Martinez, em acordo com o empresário paranaense José Carlos Martinez, falecido em 2003. 

Começou a partir daí a "desconstrução" da imagem construída meses antes, chegando, inclusive, ao explícito apoio ao líder dos caras-pintadas, na época conhecido como "Lindinho", no show da Xuxa, para motivar os jovens a sair às ruas bradando impeachment.

Na sessão legislativa que condenou o ex-presidente, transmitida ao vivo, parecia narração de jogo de futebol: cada voto favorável à condenação era comemorado como um gol. Vale lembrar que na época não havia qualquer condenação sobre ele pelo STF, tanto que anos depois ele foi absolvido de todas as acusações de prevaricação pelo próprio STF e voltou à política com os votos de Alagoas, seu estado.

Para alguns espíritas, a explicação kármica para tudo isso, é de que Collor seria a reencarnação do Marechal Deodoro da Fonseca, também alagoano e que foi o primeiro presidente da República (1890), mas renunciou após desentendimentos com o Congresso e com a população, diante de uma intensa crise econômica. Marechal Deodoro governou 2 anos, sendo que os 2 anos restantes do seu mandato seriam cumpridos exatamente entre 1990 e 1992, 100 anos após a primeira experiência.

E há mais um fato nesta trama profética: Rui Barbosa (o maior brasileiro da história e maior baiano de todos os tempos), candidato a presidente em 1894 e em 1914 (perdeu em ambas), ao que se diz, está reencarnado e poderá vir concorrer pela honra de presidir (agora com vitória) a República que ajudou a fundar em 1889/90. Hoje ele tem o mesmo sobrenome do Rui, é um famoso juiz do nosso tribunal mais elevado (aposentado) e tem a pele negra.

Ainda sobre a profecia de Emmanuel através de Chico Xavier (postagens 1611 e 1612) que fala da ocupação do Brasil por levas migrantes vindas do norte: em proporções menores, o terremoto que assolou o Haiti desencadeia uma intensa migração de flagelados que chegam ao Brasil a procura de espaço para viver distante da miséria. Seria só essa a visão profética de Emmanuel?

Nenhum comentário:

Postar um comentário