terça-feira, 25 de novembro de 2014

1614-As profecias e o Brasil


Dilma Rousseff e a profecia de Neila Alkmin

Quem leu o livro “Brasil: O Lírio das Américas” (José Maria Alencastro), sabe que ali é falado sobre os dois caminhos (o mais brando e o mais árduo) e sobre o terceiro nível (quem tem o livro vai saber) que seria executado caso o caminho mais árduo fosse escolhido.

É provável que tenhamos as mudanças, que deveriam ter ocorrido já no pleito de 2014, ainda no período entre 2014 e 2018. Para exemplificar a questão, eu trago a profecia feita pela Neila Alckmin, agora mais facilmente interpretada (reparem que essa profecia já circula na internet desde antes das eleições de 2010):

“A filha distante de vermelho e sem amor pela nossa terra se elegerá graças aos votos de Minas Gerais. Tomará posse usando vermelho, mesmo diante da enorme tragédia que acontecerá pouco antes no Brasil, ofendendo aqueles que prezam o luto. Haverá apenas um lenço branco. Um governo triste e sombrio, porém breve, se iniciará sob o signo da tragédia das pedras. Governará até o dia da grande festa dos soldados, de onde sairá para o hospital. A doença invisível que lhe corrói as entranhas mostrará sua força como nunca antes visto. Lutará e receberá medicação dos americanos, que despreza. Sua agonia será forte e intensa. O Turco Branco tentará inutilmente se mostrar contrito e respeitoso, mas conspirará na grande casa branca perto do lago, ajudado pelo homem dos cabelos negros que foi falso amigo de Tancredo. Serão dias e noites de traição e disputas espúrias e de agonia no grande hospital dos patrícios. O Brasil sofrerá com os conchavos e a incerteza. Virão dias de medo e ameaças. Nunca foi amada e o povo acompanhará sua agonia distante. Não terá povo no seu funeral próximo ao carnaval”.

Vamos à interpretação:

“A filha distante (descendente de búlgaros) de vermelho e sem amor pela nossa terra se elegerá graças aos votos de Minas Gerais (para muitos a vitória apertada aconteceu pelos votos em MG): Dilma Rousseff.

“Tomará posse usando vermelho, mesmo diante da enorme tragédia que acontecerá pouco antes no Brasil, ofendendo aqueles que prezam o luto” (saberemos em breve caso aconteça uma tragédia no Brasil um pouco antes da posse).

“Haverá apenas um lenço branco. Um governo triste e sombrio, porém breve, se iniciará sob o signo da tragédia das pedras” (a profecia fala em uma tragédia com pedras, provavelmente ao final de dezembro de 2014, perto da posse).

Observação complementar postada em 10 de novembro: "iniciará sob o signo da tragédia das pedras" pode ser uma referência não a um acidente ou desastre com pedras, mas sim ao próprio escândalo da Petrobrás, o petrolão (petro = pedra).

“Governará até o dia da grande festa dos soldados (7 de setembro, provavelmente de 2015 ou mais tardar 2016 pois a profecia fala em um governo breve), de onde sairá para o hospital. A doença invisível (câncer; tratou de um linfoma em 2009) que lhe corrói as entranhas mostrará sua força como nunca antes visto. Lutará e receberá medicação dos americanos, que despreza. Sua agonia será forte e intensa”.

“O Turco Branco (a família de Temer veio do norte do Líbano) tentará inutilmente se mostrar contrito e respeitoso, mas conspirará na grande casa branca perto do lago (Palácio do Planalto), ajudado pelo homem dos cabelos negros que foi falso amigo de Tancredo” (difícil dizer quem seria esse homem profetizado pela vidente, atualmente que eu lembre temos apenas dois remanescentes vivos da época de Tancredo que tinham aproximação ideológica com ele e exercem funções de destaque no Congresso: Sarney e Aloysio Nunes, sendo que o mandato do primeiro vai até início de 2015 e do segundo até 2018)”.

“Serão dias e noites de traição e disputas espúrias e de agonia no grande hospital dos patrícios” (patrício segundo o dicionário significa “conterrâneo”, ou seja, o hospital dos patrícios de Temer é exatamente o Sírio Libanês, onde os políticos gostam de se tratar).

“O Brasil sofrerá com os conchavos e a incerteza. Virão dias de medo e ameaças. Nunca foi amada e o povo acompanhará sua agonia distante. Não terá povo no seu funeral próximo ao carnaval” (a profecia prenuncia a morte em fevereiro ou março, época próxima ao carnaval).

Voltando o olhar para os primeiros meses do segundo mandato de Dilma Rousseff, é forçoso reconhecer que ela sofrerá ataques sistemáticos enquanto não chegar ao fim o episódio Pasadena que a envolve diretamente.

Um outro revés poderá vir do envolvimento de Lula, seu mentor, com os fatos envolvendo o mensalão e o petróleo. As revistas e jornais começaram a mostrar a fortuna acumulada pelo operário e líder sindical que passou por mandatos parlamentares e chegou à presidência da República nestes últimos 25 anos. Do anonimato e classe média baixa ao estrelato e presidência de um dos seis mais importantes países do mundo, Lula é apontado, hoje, como uma das maiores fortunas brasileiras. Tem explicação? Tem de ter. Se houver justiça.

Dilma, em meio às crises e sem serenidade para cuidar de si, permitirá a investida do câncer (basicamente uma doença do desequilíbrio psicológico). Resta aguardar os acontecimentos para conferir. Não só os acontecimentos sobre a presidente, mas todos os outros elencados nesta série.

Fim.

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