sábado, 6 de dezembro de 2014

1625-A Cura Espiritual e pela Fé


Células tronco e seu equivalente energético

Quando a ciência médica descobriu a existência das células tronco, os estudiosos do espírito estavam cansados de saber da existência de seu equivalente energético, chamado ectoplasma.

O termo ectoplasma (do grego ektós "por fora" e plasma "molde" ou "substância" que sai de qualquer lugar do corpo), foi introduzido na Parapsicologia pelo fisiologista Charles Richet para designar uma espécie de substância esbranquiçada que pode exteriorizar-se para fora do corpo de determinados médiuns, mais frequentemente pela boca, mas que pode sair por qualquer parte do corpo. É também supostamente sensível a determinados impulsos, se exterioriza visível a partir do corpo de determinados indivíduos com características especiais (sensitivos), permitindo a materialização de formas de corpos humanos ou órgãos humanos distintos daquele de onde saiu.

Atente para o fato de tratar-se de uma substância parte energética e parte material que pode ser “manipulada” pela inteligência dos iniciados nesta arte e formar partes de membros ou órgãos. É o que se chama ectoplasmia. Trocando em miúdos: o equivalente à célula tronco mais material que energética, que é injetada no corpo e de modo inteligente vai ao local onde há a deformação celular e faz o conserto.

Apesar de existirem muitos registros de atividade ectoplásmica, incluindo vasto material fotográfico, sua existência, até o momento, não foi comprovada pelo método científico, mas cá pra nós: há essa necessidade?

Esclareço: pode-se documentar a dor? E o êxtase? São dois extremos dos sentidos humanos. Só quem nunca teve dor ou nunca alcançou um estágio de êxtase (o mais comum é o orgasmo – ensaio para os estágios posteriores) é que não poderia dizer o que são uma e outro.

No caso específico da célula tronco, está certo, trata-se de uma fração material do que se compõe o corpo humano e a ciência demorou séculos para chegar nela e nem sabe ainda explicar exatamente o que e como acontece o “milagre” da recomposição. Mas, pode atestá-lo por diagnóstico de imagem. O erro que havia deixou de existir. Um artífice divino chegou lá onde o tecido estava roto e aplicou seus “conhecimentos” e o tecido foi reconstituído. Milagre? Sim, mas com outra conceituação. Muita gente pensa que um agente externo provoca os milagres e nós pensamos que os milagres são a vida e o prazer de nos colocarmos a seu favor.

Então é preciso voltar ao ectoplasma para dizer que ele não aparece nos diagnósticos por imagem assim como a dor e o êxtase também, ao menos não nesses equipamentos atuais concebidos apenas para retratar o que for palpável. Ectoplasma é, como você leu, mais energético e menos material que, certamente aos olhos de um gato se tornará visível. Esta substância é utilizada pelos espíritos curadores para a reconstituição de células, tecidos, moléculas, órgãos, mas não no nível material e sim no nível misto, atinge primeiro o energético (a planta) e imediatamente o material (a obra).

Assim começa a ficar melhor explicado o DNA, como planta da obra. O grande milagre da vida é os átomos passarem a se destinar formando olhos onde devem existir olhos, cabelos onde deve existir cabelos, ossos onde devem existir ossos, etc. etc. e não ao acaso como se pensava ser.

Prosseguimos.

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