sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

1652-Xamanismo, a Arte do Êxtase


A Iluminação
e o Cérebro Humano Moderno

 

Para se entender que os nativos ancestrais, sabedores e dominadores das técnicas do êxtase, não criaram uma civilização da forma como entendem os homens brancos posteriores, precisamos compreender como funcionavam seus cérebros, saber o que comiam, quais eram suas plantas prediletas, e quais partes de seu cérebro eram usadas há milênios atrás. Se hoje sabemos que determinados tipos de alimentos e bebidas inibem os sonhos, precisamos saber que alimentos e bebidas estimulavam o êxtase.

Um parêntese para um reconhecimento: quando se diz nativos ancestrais, habitantes das tabas do passado remoto, se está, de certa forma, provavelmente, dizendo que lá estávamos nós engatinhando nos rumos das posteriores civilizações pelas quais passamos reencarnando e evoluindo.

Sempre soubemos e nem sempre correlacionamos, que os videntes, médiuns e iogues são rigorosos com suas dietas e que o jejum (ou moderação recomendável) é sistemático. Temos pistas deixadas pelos antigos como documentos em suas ARTES, mas não é tudo. Como sabemos, viveram e sobreviveram sem necessidade de garantir a própria SOBREVIVÊNCIA, como hoje acontece; estavam satisfeitos com a sua forma de vida natural e coletiva menos ansiosa, ciente de que cumpriam sua missão com a (sua) humanidade. A sua tradição dizia serem eles os guardiões do resto do planeta e que quando eles acabassem o planeta acabaria também. Sem querer ser alarmista, hoje se sabe ser o homem branco que põe em risco o futuro do planeta (e seu).

Num dado momento, seres vindos de outro lugar para as Américas, com todas as características de conquistadores, impuseram (num primeiro momento) seu modo de vida, criando civilizações dentro da civilização, com cidades e estradas, construções e monumentos, como aconteceu com os Incas, os Chan-Chan, os Maias, os Astecas e mais tarde (segundo momento) com a chegada de novos conquistadores, os europeus. Você entende, pois, que está evidenciado o aporte aqui nas Américas, dessas, digamos, civilizações, que estavam à frente do nativo comum aqui existente. De onde vieram? Eram atlantes, colegas de Noé? Há quem diga: SIM.

A maioria dos nativos na época destas conquistas, tanto das civilizações citadas como das que vieram depois com a conquista europeia, já falavam várias línguas, mas estavam muitos milênios atrás em termos de consciência evolutiva.

Da mesma forma, é difícil nos dias atuais, achar um nativo que não fale pelo menos quatro línguas diferentes, todos têm excelente memória pois a sua cultura é oral. Não se perdem nos caminhos da mata, viajando com boa orientação por longas distâncias, são ótimos anfitriões e têm muito bom humor. Reagem com energia somente após serem brutalizados. Influenciaram o mundo ensinando o colonizador a tomar banhos diários. Em suas aldeias ninguém passava fome ou não tinha onde morar. São pessoas gentis, sofisticadas em suas relações humanas, jamais envergonhando o seu semelhante com palavras ou atos. Eram reservados apenas com as coisas sagradas.

Os xamãs ou pajés mantiveram sua identidade apesar das novas culturas que chegavam. Mas, as grandes massas humanas de nativos acabaram por se fazer escravas ou quase isso das civilizações arrivistas. Os xamãs e pajés conheciam as ervas que tinham efeito de antibiótico e anestésico, faziam pequenas cirurgias – como também conheciam as artes do plantio de espécies comestíveis e venenosas. Tinham cultura. Sabiam mais que o homem branco em tempos comparados. Suas crenças e o estado mental do funcionamento de seus cérebros foram fatores determinantes no seu comportamento social, pois viviam em um universo mental de perpétua paranormalidade, onde o supra-real era mais importante que o real. Demonstravam saber que a vida tem seu comando no plano astral.

Acredita-se que deviam funcionar muito no estado ALFA e pouco em BETA, ao contrário de nós, que vivemos a maior parte do tempo em BETA e muito pouco em ALFA.

A maioria dos povos da floresta vive para cumprir uma determinação divina e pinta-se para se apresentar belo para o mundo divino, a exemplo dos animais.

Hoje sabemos que a iluminação parece produzir uma remodelação no cérebro, reconectando partes desconectadas do sistema nervoso. Quando o limiar é transposto, há mudanças na bioquímica celular, resultando na criação de novas terminações nervosas, surpreendendo, acordando e religando tudo num único sistema mental reestruturado. Com a experiência da iluminação aprende-se em poucos minutos muito mais do que em meses ou anos de estudos.

Os nativos sabendo ou não da ruptura da TELA BÚDICA nos sobreviventes de Atlântida, como ensina Babajiananda (em “Umbanda, Essa Desconhecida”, Fundação Educacional e Editorial Universalista, Porto Alegre, 1986), trataram de buscar a recomposição da tela (sistema nervoso que acopla o corpo físico ao corpo espiritual) por meio do exercício da vibração, treinando os eletrodos, da mesma forma como os atletas treinam seus músculos e cérebros. 

A história do xamanismo no Brasil vem enfaticamente evidenciar, mostrando homens comuns que se tornaram MESTRES urbanos e influenciaram milhares de pessoas depois de experimentar o êxtase, provocando hoje uma verdadeira transformação cultural nos lugares por onde passaram. Objetivaram seus desejos, transferindo para o mundo material o que viam no astral, aprendendo com o que viam e sonhavam, sem medo de errar e experimentar para, com certeza, um dia acertar.

SALVE PRESENÇAS SAGRADAS!
SALVE FILHOS DO SOL E DA LUZ!
O MOMENTO DO ENCONTRO CHEGOU!
VÊEM AQUI TRAZER SEU REINO DE PAZ E AMOR!
NÓS SOMOS AGRADECIDOS E NOS OFERECEMOS AO TRABALHO NECESSÁRIO.

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