sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

1666-Xamanismo, a Arte do Êxtase


 

Os Monstros Interiores e a Criação

 

Os monstros interiores que povoam as cabeças de todos os seres humanos e os fazem sentir um animal irracional têm sido objeto de atenção de nós todos, desde o ZEUS mitológico até o mago moderno, todos tentam a mesma coisa – aprisionar estes monstros. A Psicologia moderna lida com isso, quando sugere dominar nossos instintos, vencer a nós mesmos.

Sem dúvida alguma a energia que confere à força da imaginação criar estas coisas e dar-lhes vida, é a geradora destas formas pensamento.

 

Por que aprisionar os monstros, e não matá-los? Porque esta energia é imortal. Segundo A TRADIÇÃO a energia do pensamento humano está sempre gerando perpétuo CAOS. Quem quiser ser Criativo inevitavelmente irá se defrontar com os monstros interiores gerados no CAOS de seu SER. A ação consciente de mandá-los de volta à alguma região onde o CAOS se movimenta, foi chamada de Combate Astral. O artista criador transforma-se em caçador de si, de seus pensamentos e de todas a suas vidas vividas no planeta Terra. Nada foi diferente do episódio narrado na Bíblia, em que Jesus fica quarenta dias e quarenta noites enfrentando os demônios na tentativa de testar-se a si próprio.

 

Energias conhecidas


 

Os velhos xamãs de distantes aldeias preferem fazer seu local de moradia

bem em cima da confluência de linhas telúricas, ou seja, nos caminhos magnéticos da Terra (rios subterrâneos e veios de pedreiras). Tais locais são a representação do Centro do Mundo. Nos subterrâneos encontra-se invariavelmente a chamada "Fonte do Dragão", símbolo do mar primevo habitado pela mítica serpente desde o princípio das coisas. Portanto a casa do xamã neste local torna-se sagrada.

 

Fim do Sacrifício De Animais


 

Até os nossos dias os animais são sacrificados, tanto para o homem como para os deuses comerem. Esta será uma das grandes transformações da ERA de AQUÁRIO: haverá o último animal sacrificado, então o deus não aceitará mais esta oferta dos homens, semelhante ao que ocorreu na entrada da Era de PEIXES. Cristo ofereceu-se como o último sacrifício humano aceito por Deus, pondo fim ao hábito milenar de sacrificar meninos e meninas aos deuses. Esse ato foi um marco da diferença nos hábitos de toda a humanidade, apesar desta barbárie ainda existir em alguns pontos do planeta.

 

O mesmo dar-se-á com os animais. No futuro será uma barbárie sacrificá-los, e também comê-los. É a evolução natural do planeta, que passa a preservar a raça animal, valorizando mais a vida!

 

A história do xamanismo no Brasil é a história de seu povo, ou seja, de três raças: a vermelha, a negra e a branca, a tríplice força cultural.

Antes de CABRAL revelar – partilhando com o mundo civilizado – o descobrimento do Brasil, a raça vermelha que aqui habitava já tinha atingido o seu apogeu e se encontrava em franco declínio. Dos lados do Oceano Pacífico, PIZARRO encontrou uma outra raça branca (os INCAS) que já dominava os povos vermelhos que lá moravam depois do Dilúvio. Sua chegada confundiu os nativos, que os julgaram igualmente "deuses".

Mas no lado do Oceano Atlântico tudo foi diferente, os nativos Tupinambás sabiam que os brancos não eram deuses, só não sabiam que seriam os seus conquistadores! E que eles iriam passar por um NOVO BALANÇO...

 

Assim Sendo...

 

Teve um momento em que o xamanismo no Brasil passou por mudanças significativas, devido à pressão da nova cultura, a da raça branca, que chegava em seu território, obrigando a cultura já existente a se adaptar para sobreviver. Os nativos, curiosos, conheceram então o catolicismo.

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