domingo, 25 de janeiro de 2015

1675-Uma Terapia de Inspiração Xamânica - a Roda da Cura


 

O futuro de volta ao passado

 

Desarmem os espíritos, abaixem a guarda, desliguem os alarmes. Não tem nada de absurdo nisso que vem seguir.

 

A Roda de Cura Ancestral era e é um ritual de cunho xamânico que mexe com fogo, água, ar e terra, destinado a conectar as pessoas com o universo, uma espécie de conexão cósmica com o ventre material e com a mente espiritual: “Caminho Profundo” (telúrico) e/ou “Caminho Cósmico de Iniciação” (astral), como você já leu na postal nº 1693. Ao conectar-se com as energias, cores, sons, vibrações de um universo ordenado e harmônico também o organismo desarmônico é chamado a calibrar-se, sintonizar-se.

 

Os sistemas possuem auto defesa para eliminar de seu âmago os componentes fora de ajuste. Conosco, humanos, não seria diferente. Com os sistemas íntimos do corpo também não é diferente. O invasor tem de ser expulso. Mas, há casos em que o invasor não é dado como tal. Culpa do que? Ver-se-á adiante.

 

Várias universidades sediadas nos melhores centros do saber universal já aceitam que o DNA é o mapa daquilo que ele consiste. Há, a montante dele, antes dele e acima dele, uma matriz energética, inteligente, autora de sua concepção e organizadora do que ali existe. Ficar apenas no DNA é lidar só com as células, a jusante delas. Células não são passivas, possuem memória, reproduzem um programa. Tanto isso é real, que elas, ao morrerem pela idade natural biológica, repassam às suas sucessoras o seu programa. Se o repasse é correto existe harmonia. Se o repasse é falho, existe a desarmonia. A desarmonia é o caos produzido por uma interferência havida no programa, o programa foi corrompido ou adulterado.

 

Quem tem o poder de interferir, corrompê-lo, adulterá-lo?

 

Ora, simplesmente a inteligência mais próxima, da qual o programa recebe muitas informações e nas quais ele acredita piamente. Quem é essa? A mente que atua naquele corpo. As suas tempestades, as suas turbulências desviam os organismos de sua harmonia (necessária ao sistema para estar normal) e provoca o estresse no sistema. E ainda há uma segunda ação tão danosa quanto: é quando é a mente que ignora o perigo e assimila o inimigo do sistema como gente de casa. Nos dois sentidos, a doença é o resultado.

 

E então, anote aí, aonde existir uma fragilidade biológica por conta da genética, da alimentação ou dos hábitos, é ali que vão ocorrer as doenças.

 

Quantas vezes a medicina retira o tumor e meses depois a situação está de volta. A isso se chama metástase. Ou replique da anormalidade porque o estado de harmonia não foi restabelecido.

 

É claro que muito do que se está escrevendo aqui não vem originalmente da sapiência xamânica, que não tinha esses conhecimentos. A ciência moderna já os apurou, mas os velhos curandeiros, sacerdotes, xamãs e pajés tinham uma noção empírica aproximada dessas realidades. Por isso, tratavam o todo e não apenas a parte afetada.

 

O que faz a nova ciência médica? Estuda as relações emocionais, mentais e espirituais do homem com a doença, já que as relações puramente físicas (alimentação, sono, exercícios, etc.) já são profundamente conhecidas. Temos vacinas e antídotos para quase todas as doenças vindas do ambiente, que adentram nossas vidas, mas estamos muito atrasados ainda na prevenção das doenças que nós desenvolvemos de forma endócrina.

 

Não é só pela boca e pelo ambiente que adoecemos. Adoecemos mais pelo que pensamos, pelas emoções que cultivamos e pelo modo espiritual como lidamos com a vida.

 

Aqui você já captou o que é a Roda da Cura: uma escola, um laboratório que investiga onde possam estar as desarmonias em relação à VERDADE DA VIDA. A vida é a maior verdade que conhecemos. E nos revela também a nossa grande ignorância em relação a ela.  

 

Ao propor aos pacientes um resgate daquilo que é NATURAL À VIDA e foi por nós abandonado, contamos com a chance de que a PLANTINHA HUMANA ao ser atendida em suas carências essenciais consiga se recompor e com a ajuda dos remédios, volte à harmonia.

 

Na sequência a prática da terapia.

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