terça-feira, 27 de janeiro de 2015

1677-A Ordem Rosa-Cruz



Introdução

A humanidade vem tateando pelo lado de fora das caixas pretas das sociedades secretas desde que nos conhecemos por alguém que tem necessidade de se afirmar com quantas pernas sejam necessárias para ter equilíbrio.

Veja, ninguém está aqui sugerindo que somos quadrúpedes ou centopeias. Longe disso. Estamos lembrando que uma mesa concebida para ter quatro pernas, não fica em pé com três e muito menos com duas. O ser humano só é completo quando suas perspectivas de vida se estruturam nos planos político, econômico, social e religioso. Em geral o econômico dispara e deixa para trás o político e o social e, muitas vezes, nem considera o religioso. Ou o religioso dispara e deixa para trás os demais, como acontece nas sociedades fundamentalistas.

Não resta dúvida que as informações privilegiadas estão veladas no mundo da economia e da política e que existem manipulações, balões de ensaio, mentiras, calúnias em todos os campos nos quais os interesses individuais sobrepujem os interesses coletivos. Também no mundo religioso talvez mais que nos mundos econômico e político, esconde-se a melhor informação e revela-se aquelas informações que dos pontos de vista econômico, político e social possam trazer vantagens adicionais.

É justamente no mundo das religiões que mais se subtraiu informações vitais. O que se pode chamar de verdade era e é revelado ao que se chama de iniciados. O iniciado é submetido a provas muitas vezes terríveis antes de ser admitido ao fechado mundo dos iluminados.

Nesse sentido iremos encontrar ordens secretas que se intitulam donas de verdades, como são a Maçonaria e a Rosa-Cruz, as mais conhecidas mas não únicas. É para dissecar a chamada Rosa-Cruz que estamos iniciando mais uma série, esclarecendo logo de início que existem muitas rosa-cruzes que brigam entre si não exatamente pelo que sabem, mas por quem as dirige e um pouco também por qual delas é a antiga e verdadeira.

Você nos acompanha nesta marcha a ré? Então, vem.  

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