sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

1687-Os sons e os tons do ser humano


Um pouco de história

 
Nas cinzas do nosso passado sempre encontramos a relação do homem com os cânticos e o seu uso como fonte de poder criativo e curativo.
 

Acredita-se que a música seja a mais antiga forma de didática e de cura. Gregos, chineses, indianos, tibetanos, egípcios, índios norte americanos, maias, astecas, incas e tupis-guaranis, usavam cânticos e músicas como parte predominante de suas relações com o próprio corpo, com o grupo e com o sagrado.
 

Na antiguidade, haviam rituais realizados pelos sacerdotes, feiticeiros e curandeiros para livrar a alma dos ciclos das reencarnações aludindo ser a natureza carnal a fonte do pecado. E para isso usavam os sons.
 

Orfeu, mestre grego, teólogo, poeta, músico e interprete dos deuses, era tido como pai da verdade, da sabedoria e da profecia. Tinha poderes especiais: movia objetos inanimados. Seu nome significa “aquele que cura pela luz”. As escolas filosóficas platônicas e pitagóricas surgiram em parte dos ensinamentos dos mistérios órficos.
 

Sobre o continente desaparecido de Atlântida e os mistérios que o envolvem, escreve-se terem os seus habitantes desenvolvido a capacidade de distinguir o tom individual das pessoas e terem-no usado abusivamente como poder pessoal, em vez de espiritual, provocando uma ruptura, um colapso. Os efeitos dessa prática teriam danificado nos atlantes, pelo rompimento daquilo que zens chamam de “tela búdica” (que é algo semelhante ao períspirito ensina por Kardec). Os sons malditos, entoados no tom de uma pessoa ou objeto, eram usados para destruir cruelmente a vida humana e patrimonial. Em decorrência do rompimento da tela búdica, esposa-se a tese de que os atlantes reencarnados na Terra apresentam distúrbios comportamentais e biológicos importantes, que vão do alcoolismo ao homossexualismo, das drogas à esquizofrenia e da genialidade ao suicídio.


Por outro lado, quando bem usado o poder de distinguir o tom individual das pessoas, é permitido da dissonância evoluirmos para a harmonia com ótimos resultados para a vida, criando-se a homeostase (estado de plenitude quanto ao bem-estar).
 

Nos estudos que nos propomos efetuar, queremos caminhar no objetivo de alcançar o poder de distinguir o tom individual de cada um de nós e posteriormente evoluirmos para a transformação da dissonância em ressonância harmoniosa, criando com isso não apenas a homeostase pessoal, mas também contribuindo para com a harmonia dos ambientes humanos que frequentamos e em que atuamos. Buscamos com a homeostase a equação transcendente, o alumbramento, os estados da plenitudine e da altitudine (pleno e elevado).

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