segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

1690-Os sons e os tons do ser humano


A capacidade de captação


Uma pulsação sonora pode ser reconhecida fisicamente pelo ouvido humano dentro da faixa de 16 a 20 mil vibrações por segundo. Nossos ouvidos estão organizados e calibrados para isso. Fora disso não registramos, mas captamos.

Mais adiante, quando estudarmos os ritmos, a melodia e a harmonia, veremos os seus efeitos nos campos físico e não físico. Importa lembrar, por oportuno, que o ritmo é a vibração da vida, e afeta todas as condições físicas do nosso organismo. Sua cadência entra em ressonância com o fluxo natural do corpo, principalmente dos batimentos cardíacos, podendo contribuir para harmonizar ou causar profundos estragos de difícil reparação.

Os campos áuricos humanos são áreas de energias eletromagnéticas.  Emitimos (aspecto elétrico) e absorvemos (aspecto eletromagnético) energias.

Os sons e as cores como formas de energia atuam em nossos campos áuricos também, além de atuarem no campo biofísico. Até as letrinhas desta tela foram geradas eletricamente para eletricamente viajarem pelas redes de fibras ou ondas até chegarem aí na sua tela. São recolhidas eletricamente para dentro de sua mente onde são decodificadas.

O poder secreto dos sons, especialmente das palavras e notadamente dos mantras, exige de nós muitos cuidados. Precisamos aprender a lidar com a ressonância em relação às outras frequências.

É preciso discernir o que é energia benéfica e maléfica, e aprender a captar somente o que for bom e importante para nós.

Existem estudos que apontam o nível de volume do som e o tempo de exposição considerados excessivos ao ouvido humano: maior que 66 decibéis pelo tempo máximo assim calculado: até 66dB, toma-se a idade do indivíduo e divide-se por 2 e teremos o número máximo de minutos de exposição. Acima de 66dB, reduz-se um minuto para cada decibel. Tudo o que for excessivo (e sabemos que há muito, principalmente nos megashows da atualidade) atua como redutor da homeostase e pode levar a um quadro clínico indesejado. A frequência com que pessoas jovens apresentam quadros de infarto, insuficiência renal, perda da libido, perda parcial da audição, inúmeros cânceres e outros males, pode ter explicação por sua exposição a péssimas situações de sons e volume do mesmo.

Estudos recentes comprovam que a cadência rítmica associada à qualidade melódica e à harmonia dos sons, podem determinar alterações importantes nos sistemas humanos, principalmente físico, mental e espiritual e também nos animais.

Bombardeados por sons agressivos e repetitivos, os nossos sistemas cedem a impulsos incontroláveis e entram em crise.

Os grupos fanáticos que a sociedade conheceu, nasceram do efeito dos sons em seus sistemas de crer, entender e agir. Os freqüentadores dos ambientes onde se agride toda a natureza com o ruído agressivo ampliado das guitarras e dos tambores em delírio, têm apresentado tantos problemas existenciais que já se pode perguntar qual é a contribuição desses gêneros e formas musicais à vida.

Em alguns desses ambientes o quadro destruidor é completado com o pulsar de luzes e cores com muita intensidade e ritmo alucinante o que só contribui para a destruição da homeostase então, também, pela agressão à visão. Como também tem os ambientes fechados, com baixa qualidade do ar, onde se bebe e se fuma, não é difícil imaginar a agressão a que se submete o corpo humano nestas condições, abrangendo os cinco sentidos: audição, visão, olfato, paladar, tato e todos os demais sistemas.

Se for acrescentada a droga, como também acontece nesses ambientes, imagine-se o desastre que se opera no ser humano. Quanto mais jovem o organismo (muitas vezes ainda não formado), pior a consequência, pois mais cedo ocorrerá a desorientação dos sistemas e mais difícil será a recuperação.

Estudos recentes da ciência indicam que além dos centros inteligentes conhecidos de nosso cérebro, existe uma espécie de memória reserva, esta responsável pelo fluxo de todas as glândulas e sistemas de defesa do corpo. Uma vez atingidos por invasões brutais ocasionadas por qualquer tipo de invasor (químico, orgânico, viral, bacteriano ou vibratório), é disparado o alarme. A continuidade do distúrbio significa a continuidade do descontrole dos citados sistemas e o seu completo “enlouquecimento”.

Assim, se pode explicar por que a recuperação de viciados em fumo, drogas e álcool é tão lenta e difícil.

A terapia ainda requer novos estudos, porém os grandes avanços têm ocorrido quando se procura associar a cada caso o som e o tom individual.   

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