quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

1700-O processo das nações colonizadas


Uma era depois de outra era

Todos os nossos estudos sobre todos os povos antigos e nativos estudados indicam que esses povos conheciam as passagens de eras, do mesmo modo como nós conhecemos a existência, hoje, da Era de Peixes, da Era de Aquário e assim por diante.

Hoje se pode saber, do ponto de vista espiritual, que as principais civilizações do planeta receberam elevadas contribuições de espíritos superiores para encaminharem seus processos. Foi assim com os egípcios, cujos iluminados faraós estavam além da capacidade do seu povo; foi assim com os maias, com os astecas, com os incas e certamente com outros povos, como o povo judeu, que recebeu Jesus e infelizmente o negou.

Quando os espanhóis, em absoluta minoria numérica, chegaram ao Império Inca, no Peru, os incas já os esperavam e nem ofereceram resistência na proporção esperada. Por que? Porque os seus sacerdotes conheciam o fechamento de uma era que, a cada quinhentos e poucos anos, oferecia um tempo altamente favorável e na sequência outro tempo altamente desfavorável.

A mesma teoria viria explicar porque civilizações de elevada qualidade desapareceram do planeta, sendo os exemplos mais próximos os das civilizações egípcia, maia e inca. O que se deduz é que foram retirados os seus líderes. Sem a liderança a motivá-las, essas e outras civilizações regrediram. Os povos subsequentes já não alcançaram as mesmas conquistas porque caíram sob a influência de lideranças sofríveis.

Entenda-se que os ciclos trazem avanços e estagnações. A América ameríndia foi alcançada pelos colonizadores em 1492 num momento de recessão, agravada pela introdução da língua, dos costumes e dos deuses alienígenas. A unidade foi perdida e ainda hoje não foi alcançada.

Em tempos de estagnação (recessão), os condutores da nação se afastam do sagrado e dão valor excessivo ao profano. Do ponto de vista espiritual ficam explicadas, no Brasil, por exemplo, as participações de Getúlio Vargas (15 anos no poder) e Juscelino Kubitschek (5 anos no poder), dois governantes que proporcionaram grandes avanços (profanos) ao país, gravemente piorado com a ascensão de Lula, à frente de um partido comunista ateu e materialista.

Ainda do ponto de vista espiritual ficariam de certa forma explicadas as chegadas dos colonizadores para intervirem nos destinos das nações que colonizaram, como citaremos. São as experiências vivenciadas por países como o Paraguai (com Alfredo Stroessner – filho de brasileiros que o dirigiu por longos 35 anos); foi o caso da Argentina, dirigida por Juan Domingo/Evita Peron por longos dez anos; do Chile, dirigido por Augusto Pinochet durante 17 anos; de Cuba, dirigida por Fidel Castro durante 32 anos; do Haiti, dirigido por ditadores sanguinários com a exploração do vodu para se manterem no poder por mais de 40 anos; e assim há inúmeros outros casos de países e outros casos de governantes em períodos mais curtos, porém decisivos para a história da marcha dos seus povos. Podemos crer que até mesmo o folclórico José Mujica teve sua quota em relação ao seu Uruguai.

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