sábado, 7 de março de 2015

1716-O difícil caminho do amor


Conhecer liberta

A informação liberta. Conhecer liberta. Acreditar pode ser sinônimo de aprisionamento. Crer não é ter fé. Tem gente crendo em tantos absurdos que é preciso refletir se o CRER esteja ou não acompanhado do RACIONAL. Parece que não. Mas, voltemos às prerrogativas e pressupostos dos amor.

Ação no Bem
– Queremos crer que a esta altura dos enfoques relacionados com o amor já iremos encontrar um novo ser, um ser que se renova a cada segundo, no mesmo ritmo das batidas cardíacas. É importante o sentimento de gratidão a fim de que se solidifiquem as mudanças necessárias à reforma interior. Assim, defrontar-se com a dor alheia é uma necessidade, a fim de que possamos valorizar a nossa própria vida. Cuidando bem de nós, valorizamos por consequência a vida do próximo. Quando existe uma valorização efetiva na prática do bem aos outros, sentiremos prazer e alegria em amar.

Assertividade
– Esta expressão poderia ser traduzida como um diálogo interno, verdadeira negociação com o nosso ser, no sentido de separar os interesses pessoais humanos, dos interesses do ser universal que somos em síntese.

Florescer a Singularidade
– Atingir a singularidade crescente é uma situação especial e sinal de maturidade, reconhecendo-nos como seres únicos, portanto detentores do direito a se externar e buscar caminhos relacionados aos nossos sentimentos mais íntimos e sinceros. Deflui da honestidade emocional que aceita e acolhe.

Ter as Rédeas de Si Mesmo
– Para termos a nossa vida como consequência de nossas escolhas interiores, devemos baseá-las na independência, isto é abdicar clara e sinceramente do controle externo que nos impõe as circunstâncias, pessoas, sociedade e normas sociais. Importante, que tenhamos claro que o Personalismo não representa em nenhum momento liberdade, mas sim apego ao egoísmo e ao orgulho, que são nossos detratores na vida.

Construção da Autonomia – Sermos autônomos é sustentar sentimentos nobres em relação a nós, independente das visões que os outros tenham de nós. É sustentar sentimentos nobres em relação ao próximo, seja ele nosso adversário ou aliado. Havendo honestidade conosco mesmo, em nenhum momento recairemos no egoísmo, na soberba, no orgulho, na vaidade egocêntrica, no apego doentio; ao contrário, a afetividade que deflui do nosso encontro íntimo nos conduzirá ao longo de nossas escolhas ao caminho que desemboca no amor.

A busca do amor se torna mais difícil quando a dor é a mestra-guia. Num estágio intermediário está o labor, que é quando ao olhar para a dor do próximo nos erguemos em seu auxílio. E a busca verdadeira é a auto descoberta do amor ao decodificar os sinais que a vida nos manda através de 99,99% de seus interlocutores, onde se incluem as pessoas. Não importa o quanto elas possam nos ferir ou nos ajudar, em tudo existem lições de amor.

Contribuiu para esta série Elizete – Flecha Brilhante

Nenhum comentário:

Postar um comentário