domingo, 8 de março de 2015

1717-As falanges índigo e cristal


 
Introdução

Desde várias séries anteriores a esta tenho abordando a substituição de espíritos reencarnantes, a retirada dos antigos, viciados em violência, terror e guerra e a chegada de milhões de outros movidos pela paz e pelo amor. Recomendo, para sua melhor compreensão, leitor, dar uma lida na postagem nº 1580 (21/10/2014) da série “Paridos no terror e renascidos no amor” para, então, nos encaminharmos para a abordagem do que são os nascidos membros das falanges índigo e cristal, tema desta série.

As crianças Cristal são recém-chegadas ao planeta (de 1984 para cá), cada vez em maior número e assim já não podendo mais serem chamadas de crianças, pois os mais velhos estariam agora com até 30 anos de idade. É provável que já tenha existido cristais no Festival Woodstock, em 1969, porém em muito pequena escala. Sim porque elas sempre existiram entre nós, ainda que em pouca quantidade. É certo que em Woodstock 100% dos presentes representavam a virada radical no padrão vibratório do nosso planeta. Li um artigo muito provocador que sustentava que entre os participantes daquele festival estavam filhos de famílias que participaram do extermínio dos índios norte-americanos ali reencarnados na condição de espíritos cherokees, moicanos, xaienes, sioux, apaches, comanches, navajos e outros. Eram 18 milhões antes de 1600. Os longos cabelos, fora de qualquer tradição dos povos bretões habitantes dos EUA denunciavam sua procedência. Nasceram ali para promover o acerto entre agressores e agredidos.

Os cristais são chamados “cristais” numa alusão a serem do povo de Cristo. Naturalmente, assim como o Espírito Cristo reencarnou em Jesus para um gigantesco trabalho evangelizador da Terra, outros espíritos auxiliares desta jornada podem e devem estar entre nós desde sempre para dar continuidade àquele trabalho ainda sob a batuta de Cristo, mas sem a presença biológica de Cristo aqui neste plano.

Os índigos ganharam este nome devido a cor de sua aura, como se verá adiante, mas já não demonstram serem pacificadores. Pelo contrário, são confrontadores. A missão de uns e outros é bem clara. Veremos.

Vamos, então, dedicar alguns capítulos para entender quem são e o que estão fazendo aqui os índigos e os cristais.

Você nos acompanha? Seja bem-vindo(a).

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