segunda-feira, 9 de março de 2015

1718-As falanges índigo e cristal


Especialistas em paz e amor

Quem viveu a década de 1960 em diante, até depois de 1970 conheceu um sinal de vitória (“v” formado com os dedos indicador e médio), muitas vezes feito com as duas mãos, acompanhado da expressão “Paz e Amor”. Esta era a marca registrada dos jovens rebeldes apreciadores de rock’n’rol, vestidos extravagantemente, de cabelos longos, contestadores das convenções sociais da clássica cultura asiática, hindu e ariana imperante nos países influenciados por Atenas, Roma, Pequim, Varanasi e Jerusalém.

Ora, se Jesus também era um rebelde, se vestia diferentemente dos judeus e usava cabelos longos, há uma grande possibilidade de que essas gerações sejam o povo de Cristo, os cristais.

As crianças/adolescentes/jovens/adultos cristal são as chamadas falanges pacificadoras, pois trazem atributos de paz e equilíbrio, não confronto armado, para poder continuar o trabalho começado pelas crianças índigo.


Ambos, cristais e índigos, representam um desafio para a sociedade, especialmente para os seus pais. A forma de tratá-las teve de ser mudada, vai ter de mudar, caso você venha a ser premiado(a) com um filho(a) cristal ou índigo.

Os pais e os educadores têm de adotar novas formas de ser para lidar corretamente com as crianças dessas novas vibrações.

A psicóloga e médica norte-americana, Sheryl Jackon, em seus estudos sobre o assunto escreveu relatando os atributos de uma criança cristal:

“Que sabemos das crianças da vibração de cristal? Por um lado, sabemos bastante. Por outro, nada sabemos de muito concreto. Como as próprias crianças, a informação, neste momento, é muito escorregadia, muito sutil e pouca óbvia. A diferença dos seus irmãos e irmãs ‘confrontadores’ Índigo, é que as crianças cristal não modificaram as coisas do mesmo modo que agem os índigos. As crianças CRISTAL são provavelmente, em grande medida, as crianças (filhos) dos Índigo. Podem até ser índigo. Em uma conversa muito recente com Lee Carrol sobre os cristais, este declarou que os cristais são Índigo artistas. Ele pode ter razão. Em muitos casos realmente é assim mesmo. O que realmente importa é que cada grupo ou subgrupo de crianças inspiradas pela unidade seja apoiado, e lhes seja permitido realizar seus trabalhos, seus propósitos divinos. Steven Rother (planetlightworker.com) e o seu grupo chamam essas crianças de os pacificadores, enquanto que os Índigo foram chamados de confrontadores de sistemas.

Nesses tempos aquarianos em que nenhum segredo consegue ficar escondido e nenhuma maracutaia passa livre (o escândalo Petrobrás diz muito), temos no juiz Sérgio Moro um autêntico índico.

“As crianças índigo foram assim chamadas pela diferente cor de suas auras, o Índigo, que é a cor do terceiro olho, ou seja, do chacra frontal. Contrastam com as cristais - assim chamadas não pela cor da sua aura, mas pela sua alta vibração – as índigos são muito intuitivas, mentais, rápidas e se aborrecem facilmente. Talvez com o tempo se saiba que as crianças cristal são mais dominantes no chacra da coroa, o espectro de cor violeta, e que sua aura é branca ou transparente”.

“Quando começaram a chegar as crianças cristal? Elas sempre existiram no planeta, porém era uma minoria que atuava como exploradores, apalpando o terreno, e as quais a humanidade não tratou muito bem. Como, por exemplo, aquele que ficou conhecido como Jesus, o Cristo. Com muita frequência, esses exploradores eram assassinados, mas serviam o propósito de deixar sementes. Frequentemente se diz que “cristal” e “Cristo” são palavras muito similares e, por esse motivo, têm uma definição parecida”.

“Recordando o que foi dito, o leitor pode fazer uma boa imagem ou sentimento do que são as crianças cristal e para que vieram. Use suas habilidades intuitivas para sintonizar com a energia dessas crianças, criando uma unidade com elas, e o resultado, no planeta, será espantoso.

A humanidade e principalmente seus pais e professores devem ter muito cuidado e respeito ao lidar com a personalidade de filhos índigo e cristal. Ao invés de reprimi-los, devemos perguntar-lhes: “quer fazer diferente? Como você faria?” Se eles puderem influir, os caminhos serão outros.

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