terça-feira, 10 de março de 2015

1719-As falanges índigo e cristal


Quem não conhece os acha doentes

Estas coisas que costumamos abordar aqui no blog são muito sutis, incompreensíveis para muitas pessoas. Do mesmo modo como um psiquiatra trata um obsedado à base de remédios fortíssimos para acalmá-lo, sem ter noção de que ali existe a interferência de uma mente externa (quanto mais anulada a mente do paciente maior é o poder do obsessor), outros tratarão um paciente índigo ou cristal por um diagnóstico que pode ser autismo ou outra coisa muito distante do que descreve a psicóloga Sheryl Jackson:

“Com a chegada das crianças índigo, vimos um incremento dramático no número de crianças diagnosticadas como hiperativas pela comunidade médica. Já se escreveu muito sobre esse fenômeno, por isso, deixo essas explicações para os mais entendidos”.

“No entanto, perguntavam-me como as crianças cristal seriam classificadas. Observando, que comecei a ouvir foi a palavra “autista”. Agora estou bastante convencida de que veremos um crescimento dramático no número de crianças autistas. Estas são realmente as crianças cristal (ou índigo artísticos), tão sensíveis e vulneráveis ao mundo que as rodeia, que se escondem dentro de si mesmas, desconectando-se o mais que podem, até mesmo dos humanos para sobreviverem em um mundo em que ainda não se encaixam”.

“Voltando à pergunta sobre quando as crianças cristal começaram a chegar aqui, podemos dizer que desde as últimas quatro décadas, mais ou menos. Uns quantos, mais do que o normal, começaram a encarnar para ancorar a energia. Pelo que tenho observado, foi um dos trabalhos mais duros do planeta, mas alguém tinha de fazê-lo, pois apenas alguns dos “grandes” se encarregaram do trabalho. Até então, não era garantido que o planeta pudesse estar preparado para as crianças de vibração cristal, mas o espaço tinha de ser criado, o caminho tinha de fazer-se, sementes tinham de brotar, de qualquer forma”.

“E aqui estamos, no século XXI, tendo passado por todas as nossas provas, dando as boas-vindas a uma grande quantidade dessas crianças, de forma que, aparentemente, estamos preparados. Como reconhecer essas novas crianças ou poucos adultos cristal que, como precursores, ancoraram as energias necessárias? Não andam por aí causando estragos, vivem tranquilamente em uma obscuridade relativa. Fazendo o melhor que podem para ficar no planeta. Tive o prazer e a honra, assim como também a frustração, de criar um desses pioneiros, uma das primeiras crianças cristal, que agora já é adulta”.

E você, leitor(a) já criou ou cria um índigo ou cristal?

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