terça-feira, 24 de março de 2015

1733-A Fé a serviço da Ciência


Introdução

Já publicamos, recentemente, uma série sobre a cura pela fé ou pela autossugestão, mas como o assunto é vasto, sempre vão surgindo fatos novos a ponto de abrirem-se espaços para mostrar, entre outras coisas, que a fé sempre esteve a serviço da ciência. O contrário é que não é verdadeiro. Todo pesquisador ao se lançar na investigação leva fé no resultado. Caso contrário, não investiria tempo, dinheiro e conhecimentos naquele sentido. Mas, admita-se, há uma tremenda má vontade dos escalões científicos para com o tema fé. E eu sei por que. O domínio manipulado da crença num deus antropomórfico afastou a classe científica da classe clerical e junto com as divergências, infelizmente, e de arrasto, foi a fé. Não a fé que se quer conceituar aqui, mas a deturpação da fé sob a denominação de crença. Aí, a fé aparece palidamente na temática científica. Quando se trata de temas sagrados, envolvendo a deidade, o interesse é zero. Mas, se convidarmos o cientista para um diálogo envolvendo a fé livre de congregações, uma fé laica, ele, por certo, dirá: “você quer dizer falar naquilo que eu acredito antes de poder provar? Ok, vamos ao assunto”. 

O planeta contou por quase 70 anos com a presença encarnada entre nós do médico e cientista francês cujo espírito já atua entre nós complementando seu trabalho em prol do planeta. Refiro-me a Jean-Martin Charcot (1825-1893), que em vida foi autor do livro “A Cura pela Fé”, 1897, (não publicado no Brasil e, como se vê, publicado após sua morte).

Como o seu livro não circulou entre nós, brasileiros, o que foi uma pena, hoje somos obrigados a buscá-lo nas esporádicas reservas dos sebos europeus para conhecer o que lá contém. Ou atalhar o caminho pedindo ajuda ao próprio Charcot ou, melhor dizendo, a espíritos muito próximos dele para obter trechos essenciais dos seus ensinamentos. É o que iremos fazer ao pedir ajuda de outro espírito: Irmão José, que trabalha no Brasil, no Triângulo Mineiro, através do médium Carlos A. Baccelli.

E assim você, leitor, você leitora, já começa a se perguntar: uma série em que se aborda a fé a serviço da ciência vai se valer de uma psicografia? Pode isso?

Sim, pode. Já tivemos sentenças judiciais em que o depoente era um espírito. E a Bíblia quase inteirinha, por acaso, não é uma obra psicografada pelos profetas? A palavra profetizar desde sempre foi tomada como a arte de falar com a ajuda dos espíritos.

A análise que Irmão José faz da obra de Charcot chamou a atenção do responsável por este blog. Para conhecer coisas tão profundas quanto Charcot tem a ensinar, o blog vai aonde pode ir.

Este tema se inclui nos seus interesses por conhecimento útil?

Então vem...

Nenhum comentário:

Postar um comentário