terça-feira, 28 de abril de 2015

1768-Nosso continente antes de chamar-se América



Introdução
Uma coisa é a história oficial e, nesse caso, escrita por escoceses, ingleses, portugueses, espanhóis, com algumas tintas holandesas, francesas e de outras nacionalidades, outra coisa é o que poderá ter havido aqui antes de 1492, ano do calendário gregoriano, calculado com base no tempo a partir do nascimento de Jesus Cristo. História que, como sabemos, fez estes continentes chamados de Américas (Norte, Centro e Sul), serem incluídos nos mapas oficiais do mundo. Aliás, quando descoberta a América o calendário ainda era juliano.
 
Quanto ao calendário, uma crítica: ele deveria ser chamado de Calendário Cristão, não é mesmo? Mas, a fome de poder e brilho dos homens da época fez com que de juliano (Júlio César, imperador) ele passasse a gregoriano (Papa Gregório). Quem dos dois queria mais holofotes?


Quanto ao nome do continente outra crítica: ele deveria ser chamado de Colômbias, em homenagem ao comandante da expedição e não em homenagem ao financiador da expedição: Américo Vespucci.

Há histórias muito bonitas contadas espiritualmente sobre os povos que os espanhóis, bretãos e portugueses (além de outros) encontraram nas Américas de 1492 em diante. Segundo se ouve dos historiadores ali do andar de cima, estavam aqui povos extraordinariamente desenvolvidos, em alguns aspectos, mais do que se possa entender (hoje) por desenvolvimento.

Esses seres especiais, diferenciados dos demais indígenas, digamos, comuns, que também estavam aqui, foram encontrados e identificados pelos colonizadores, mas nem tanto por conta das limitações intelectuais dos colonizadores que aqui aportaram, mas muito por conta do tipo humano que aqui chegou, primordialmente, como explorador, os povos nativos não eram vistos como gente que podia contribuir com conhecimentos, costumes, dicas alimentícias e tanta coisa mais. Eram vistos como empecilho atravancando as ações rapineiras dos alienígenas, interessados em ouro, prata, pedras preciosas antes de tudo e em escravos secundariamente. Os braços dos homens nativos podiam servir para escravizar e o corpo das mulheres nativas podia servir como instrumento de prazer aos peregrinos solteiros de passagem pelo mundo novo.

Você, leitor(a) gostaria de mergulhar nas brumas do tempo passado e retirar de lá algumas estórias ou histórias muito antigas escritas sobre o solo americano antes de se chamar América? E você, leitor(a) brasileiro(a) gostaria de mergulhar nas brumas do tempo passado e retirar de lá algumas estórias ou histórias muito antigas passadas na Terra das Araras Vermelhas, antes de o Brasil se chamar Brasil? Se sim, vem conosco.
 


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