quarta-feira, 29 de abril de 2015

1769-Nosso continente antes de chamar-se América


Antes um mergulho de 800 mil anos

Antes de falar dos tempos coincidentes com o descobrimento de nosso continente, vamos lá para trás, muito, muito para atrás, para compreender como é a que a ciência e a espiritualidade narram o nosso muito antigo tempo e local.

No livro “A Máquina de Uriel”, Christopher Knight e Robert Lomas, investigam que a Terra foi atingida muitas vezes por cometas e meteoritos.

Trabalhos de laboratórios sugerem que esses impactos poderiam proporcionar ondas marítimas de mais de 5 mil metros de altura capazes de percorrer 640 quilômetros por hora. Nos últimos 10 mil anos, houve dois impactos de tal proporção, um deles aproximadamente em 7640 a.C., e o outro em 3150 a.C., na época do conhecido Dilúvio de Noé. (Entenda: como está na Bíblia, é dito que a Terra ficou submersa; mas a ciência explica que a quantidade de água na Terra sempre foi algo estável variando muito pouco entre o que hoje temos. É impossível que a água tenha coberto toda a sua superfície. Então, precisamos cuidar disso com o olhar apenas nos continentes).

Os autores se voltam para as antigas origens da ciência e tentam provar que os humanos não somente sobreviveram à inundação de 7640 a.C., mas também desenvolveram uma civilização altamente avançada, dedicada a preparar-se para impactos meteóricos futuros. Construindo uma rede internacional de observatórios astronômicos sofisticados esses astrônomos antigos criaram calendários solares, lunares e planetários exatos; mediram o diâmetro da Terra e predisseram a colisão de 3150 a.C., permitindo a reconstrução da civilização em um mundo quase que totalmente destruído. Essa era a verdadeira finalidade de estruturas megalíticas como Stonehenge e outras.

Além de muitas análises científicas, o livro apresenta também um viés esotérico e maçônico, agradando aos que apreciam essa linha de estudos. 

No livro “Atlântica e Lemúria – Continentes Perdidos”, o autor William Scott Elliot, célebre adepto da Teosofia, traz interessantes informações sobre a Atlântida e a Lemúria, relatando os quatro afundamentos que ocorreram na região atlântica, a 800 mil anos, 200 mil anos, 80 mil anos e a aproximadamente 12 mil anos. Para os interessados na visão da Teosofia sobre a Atlântida é um belo trabalho a ser lido. 

O que se está aludindo nos trabalhos a que nos referimos vai além do que a ciência pode afirmar. Não havendo provas arqueológicas e/ou paleontológicas, como de fato não há porque tudo foi destruído pelo tempo, qual teria de ser o arquivo onde se pode obter informações de tão longe no passado? A resposta tem de ser: a memória de espíritos que viveram aquele tempo. E é isso que vem ocorrendo desde o registro de chegada na Terra de levas espirituais vindas de outras galáxias ou desta mesma (Via Láctea), até os registros de civilizações que existiram aqui na Terra há muitos milênios antes que estas mais recentes civilizações começassem a proceder os registros. Se a Terra tem, segundo os cientistas, 3,5 bilhões de anos, precisamos admitir que possam ter prosperado aqui algumas civilizações anteriores a esta que, ao que parece, tem menos de 50 mil anos.

Então quem estuda, quem escreve e quem lê, têm de estar muito livre das cadeias e paradigmas para poder permitir-se mergulhar nas brumas do tempo passado. Pois bem, se já estamos mergulhando, vamos em frente, não é mesmo?

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