sábado, 2 de maio de 2015

1772-Nosso continente antes de chamar-se América


O Brasil antes de chamar-se Brasil

A terra que hoje há, batizada com o nome de Brasil e cantada em prosa e verso – alguns desses versos muito lindos, por sinal, como são os versos do Hino Nacional e da Aquela do Brasil -, é também apontada como pátria do evangelho. Já se chamou Pindorama, Vera Cruz e Terra de Santa Cruz, sempre sob uma proposta de elevado sentido espiritual. Mas, demora muito a encontrar-se como tal.

O que dificulta os avanços evolutivos do Brasil?

A resposta é complexa, mas a principal razão talvez possa ser resumida assim: primeiro, herdamos uma cultura rapineira aqui exercida primordialmente pelos lusos – o patrimônio público e o meio ambiente são os grandes perdedores. Os lusos primordiais não vieram para ficar e sim para rapinar, enriquecer e retornar a Portugal. Ainda hoje dá impressão que os empreendimentos aqui realizados são para, antes, encher os bolsos, não importando as consequências provocadas ao meio.

Em segundo lugar, herdamos uma cultura paternalista exercida pelo longo período monárquico, em que o grande perdedor é o setor público em detrimento do privado e do desenvolvimento econômico, pois aprendemos a ficar dependurados nos favores do governo. O extraordinário crescimento do PT, partido do governo desses últimos 12 anos, veio coroar essa prática pois se deu exclusivamente sob os favores que o governo disponibilizou a seus protegidos, filiados, prestadores de serviço, militantes, empreiteiros e parceiros. Tudo certo, pode-se dizer: era assim, antes de o PT chegar ao poder. Mas, a sociedade alinhada com a evolução demonstra cansaço e reage pedindo o fim da velha cultura. As manifestações de rua falam por isso.

É uma pena que tenha demorado mais de 500 anos, pois isso vai retardando o alcance da destinação cósmica de nossa Pátria.

Se examinarmos o que se fala de nossa história muito antiga, vemos que a promessa é radiante. Leia: 

A Atlântida existiu. Foi a Terra-Mãe de civilizações como a egípcia, a grega, os arianos, os incas, maias e astecas, os peles-vermelhas americanos etc.

E se ficássemos sabendo que o legítimo sangue atlante original corre nas veias físicas e espirituais do povo brasileiro? O que você diria?

E que povos da Atlântida se estabeleceram um dia no território brasileiro e terminaram originando nações que hoje conhecemos como culturas indígenas brasileiras?

Lendo diretamente os registros espirituais de tempos remotos, o autor desta fascinante história, verídica em todos os detalhes, levanta o véu da História não contada da terra brasileira, e nos leva a conhecer intimamente a vida da colônia atlante estabelecida há 40.000 anos no litoral do Estado do Espírito Santo. Uma narrativa intensa e vívida, tecida com os fios de vários dramas de fascinantes personagens que construíram o destino da Terra das Araras Vermelhas. Uma história apaixonante, que seduz o leitor pela riqueza de informações inéditas sobre a história remota e ignorada do Brasil, e a herança atlante que pode ser reconhecida em diversos caracteres psíquicos do povo brasileiro. E cativá-lo com a trama envolvente que reuniu muitos destinos num drama de amor e morte, espiritualidade e forças mágicas, paixões e intrigas, lutas de poder, generosidade e renúncia, heroísmo e grandeza.

'A Terra das Araras Vermelhas' é um romance ancestral e uma revelação inédita, de autoria de Roger Feraudy.

Complementando essas informações, existe uma série de livros do Roger Feraudy que explica a vinda dos seres extraterrestres, conhecidos como dragões, para Terra a 1 milhão de anos, passando por amplas explicações sobre a civilização atlante e suas colônias em território brasileiro há mais de 40 mil anos, chegando por fim a explicação da importância da ação do povo vermelho atlante na colonização indígena na América do Norte antes da vinda do homem europeu branco.

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