segunda-feira, 4 de maio de 2015

1774-Nosso continente antes de chamar-se América


Uma terra sem males no Litoral Sul

Esta é uma história fantástica que será contada por mim com o lançamento breve do livro “Uma Terra Sem Males”, evidenciando, com base em pesquisas e psicografias, que 14 nações indígenas dos trópicos da América do Sul mantêm viva em suas histórias sagradas a existência de um lugar a Leste, utopia buscada por eles, chamado “Tierra Sin Males”, em língua espanhola, por ser o Paraguai o centro principal da última cultura indígena do continente.

Guiado por um espírito da hierarquia Carijó o autor descobre a região da Ilha dos Patos como a tal buscada terra sem males, que os Carijó se intitulavam seus zeladores. Mas, os portugueses instalaram no Litoral de Santa Catarina sete centros de abate de baleias, conhecidos pelo nome de armações (1750-1800), de onde retiravam a graxa e as barbatanas, deixando a carniça por conta do mar. Apesar das revoltas Carijó, de muitos combates e assassinatos em série, o povo Carijó resolveu ir embora da região imaginando que o seu deus estava incomodado.

Descubro pela NASA e pela Academia Para a Ciência Futura, que nesta região tem sede o 12º chakra planetário. Então todo o restante dessa história se encaixa uma na outra e fica para ser lida no livro citado.

Atenção: fica evidente que os sábios ancestrais que ocupavam nossos territórios desde o Canadá até o extremo sul da Argentina, pertenciam a grupos de uma gente especial com muita coisa para ensinar aos estúpidos colonizadores.

É pena que os sábios da raça tenham se ido. Ficaram aqui, entre nós, os chamados membros do povão, simples, ingênuos, por vezes desconfiados, e ainda primitivos sem a mesma evolução. A elite sábia se fora. Parece repetida a mesma história no Egito, no México, no Peru, na Terra Sem Males.

Lamenta-se. 

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