domingo, 10 de maio de 2015

1780-A cura através do hipnotismo


Mais aplicações terapêuticas

O que você terá nesta postagem são as várias aplicações em que a hipnose pode ser usada com sucesso, além daquelas já apresentadas na postagem anterior.

Tratamento de distúrbios psicológicos: ansiedade, pânico, fobias, depressão e outros. O sofrimento psicológico pode ser tão ou mais intenso e incapacitante quanto a dor física.

As atuais técnicas psicoterápicas nem sempre são eficazes e por vezes são muito demoradas e onerosas.

Medicamento: conquanto competentemente prescrito, está frequentemente associado a efeitos colaterais, secundários, desagradáveis. Afora o fato de, também, com frequência, não se conhecer, do ponto de vista médico, ainda, com a profundidade necessária e suficiente, as origens da doença. Quer seja prescrita e praticada por hipnólogo médico ou prescrita por médico, que é a recomendada, porém praticada por hipnólogo não-médico, é inconteste que a hipnose pode ajudar a aliviar os sintomas e trazer serenidade, ao capacitar a pessoa a apresentar respostas mais saudáveis aos estímulos do meio, à sua própria história pessoal e às suas emoções.

Tratamento e cura de hábitos e vícios: é natural o desejo humano de construir o mundo que o cerca através de suas próprias decisões. Muitas pessoas se acham aprisionadas por traços de personalidade indesejáveis ou vícios como o jogo, o etilismo, o tabagismo e a drogadição. A hipnose pode ajudar tais pessoas a expandirem o controle sobre suas vidas, devolvendo-lhes o poder de optar livremente, sem automatismos e sem a repetição de velhos hábitos nocivos.

Tratamento da disfunção alimentar: em princípio, qualquer disfunção suscetível de psicoterapia, é tratável com hipnoterapia. Assim, pois, as disfunções alimentares em geral: anorexia, bulimia, desnutrição e obesidade. Emagrecimento saudável não pode ser obtido da noite para o dia. Pelo menos não sem impor riscos e agredir o organismo com cirurgias desnecessárias, dietas rigorosas e prejudiciais ou medicamentos perigosos. E, mesmo assim, tais resultados raramente são duradouros. As diferenças entre uma pessoa obesa e uma magra vão muito além do que a balança e o espelho registram. O tratamento baseado em hipnose propõe uma reestruturação da personalidade, na qual magreza e elegância acompanham mudanças profundas e definitivas na relação do indivíduo com o mundo e consigo mesmo.

Analgesia em episódios de dor aguda ou crônica: toda dor tem dois componentes: um físico, devido à lesão tecidual, e um psicológico, que amplifica a percepção desta dor. O emprego de técnicas hipnóticas pode desligar definitivamente o componente psicológico da dor, diminuindo por si só grandemente a necessidade de analgésicos. Excelentes resultados podem ser conseguidos também com o componente físico da dor, porém, aí, são frequentemente necessárias sessões repetidas ou a prática de auto-hipnose.

Lombalgias e outras dores de coluna, LER, DORT, LTC, AMERT e fibromialgia, dor pélvica crônica e outras síndromes dolorosas respondem muito bem à hipnose.

Anestesia para procedimentos cirúrgicos: na literatura médica há muitos relatos de cirurgias de grande porte realizadas com anestesia puramente hipnótica. Em nosso meio tais estudos estão se iniciando, e várias pequenas cirurgias já foram realizadas tendo a hipnose como método único de anestesia, principalmente na odontologia. Mesmo nas ocasiões em que a anestesia química é empregada, o uso de hipnose diminui consideravelmente a quantidade de medicamentos empregados. Embora seja ainda um método experimental que não substitui a anestesia convencional, há evidências de que é uma ótima alternativa para pacientes que por quaisquer motivos não podem submeter-se a anestesia por drogas.

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