sábado, 1 de agosto de 2015

1805-Preparemo-nos para o que vem


A Quarta Dimensão Manifestada

Introdução

Já conversei com muita gente radical de vários níveis para quem o único planeta habitado é a Terra; não existe a menor prova de que temos alma e nem de que ela sobreviverá ao corpo; que Deus é uma invenção dos homens; que a ida do homem à Lua foi uma montagem televisiva; que discos voadores é conversa de místicos desocupados; que os glifos desenhados nas lavouras de trigo, inclusive de Ipuaçu, em SC, é trabalho noturno de pessoas que querem se aproveitar disso para impressionar; e por aí vai.... Na outra mão do corredor que nos leva para a morte circulam os apaixonados que brigam e se matam por futebol, religião, política, ideologia, preconceito. E nisso tido o que é mais difícil de encontrar é quem esteja apaixonado pela vida a ponto de respeitá-la, protegê-la, assegurar para ela um amanhã melhor que o hoje.

E não há como respeitar a vida sem encará-la como um laboratório onde nós somos chamados a participar como elementos de investigação para poder entender o que a vida (escola de Deus) quer de nós, o que nós temos de fazer para que ela (e nós) seja, sejamos melhor amanhã do que é hoje. Obviamente que hoje seríamos todos reprovados. A obra não saiu como a planta; desmancha tudo para começar de novo. Não é assim que fazemos nas construções em que os executores invertem e desrespeitam o projeto? Pois o projetista, neste artigo, estamos querendo chamá-lo de Autor da Vida. Duvidamos que seja acaso o Universo, o meu pé, o meu olho, a evolução de um espermatozoide em contato como um óvulo no interior do ventre materno a ponto de chegar aí aonde está você lendo estes escritos. E acreditamos que não foi para destruir a obra do Universo macro, meso e micro que o homem existe. Bem, e se ele não está contribuindo para o aprimoramento da obra do Autor da Vida, ele é, hoje, seu adversário, merece ser corrigido e se não se corrigir, merece ser reprovado e reconstruído, tal qual as construções que saem fora do planejado.

Para não ter que eliminar o homem por absoluta inaptidão para a Vida, os auxiliares espirituais do Autor da Vida se esforçam para inverter o processo, como tentaremos demonstrar.

Voltamos nossa paixão com a vida. É ela que conta. O futebol passa, a religião passa, a política passa. A raiva e o preconceito acabam. A vida evolui. O homem (in)volui. Talvez não.

Coincidências ou realidades paralelas?

Desafie-se. Não fique só na contemplação isenta. Raciocine sobre as coisas que replicam nem sempre do mesmo modo e feitio. Tipo assim: você está andando pela rua, pensando em algo e cruza com sua visão um caminhão estampando um letreiro de propaganda exatamente sobre aquele algo em que você estava a pensar. E você é propenso a buscar uma resposta; agora já não mais propenso a entender como acaso. Não existem acasos. O Universo é composto de energia e informação. Eu sei que ainda existe pessoas que acreditam no acaso que gerou o Big Bang onde tudo começou, segundo a informação dos estudiosos do início do Universo. Mas essa possibilidade do acaso é tão simples e tão pobre que seria o mesmo dizer que aquela flor mais bonita que desabrocha no jardim da vovó também é fruto do acaso.
Deixe-me dar um novo exemplo: o José me ligou para saber algo e disse que nos últimos dias andara pensando, desejando assumir um novo trabalho a fim de agitar um pouco a monotonia de ser motorista de ônibus com todo esse tráfego. Falou que acordou no meio da noite, sem sono nenhum. Droga, olhou para o relógio digital do celular, eram apenas 4:44 para quem costumava sair da cama às 6:30 horas... Foi até a cozinha, tomou um pouco d’água e ao passar pela sala viu sobre a mesa um velho livro que começara a ler umas dez vezes e sempre interrompera. Abriu-o e qual era o título do capítulo? “Pense naquilo novamente”. Ficou lendo um pedacinho do livro e nisso se levanta seu filho de 11 anos e lhe diz: “sonhei contigo, pai, você colocava pessoas sobre uma embarcação numa marina”. Tudo ficou assim, apenas? Não. Três dias depois, um antigo colega de serviço militar o encontra no terminal de ônibus e lhe diz: “queres mudar de ramo? Me procura no sábado; acabei de montar uma empresa de jetskys e preciso de alguém que ensine as pessoas a pilotar”. E agora, José?E o caso da Lucila? Ela cantarolava uma canção, mas não sabia a letra toda. “Ainda preciso encontrar esta letra e imprimir”, pensa ela. Nisso ela liga o rádio e o que está tocando? A sua canção. Na mesma noite ela liga a tevê para ver a novela, mas ainda não ia começar. O musical que estava findando antes de entrar a novela, estava a tocar o que? A sua canção. Parece que adivinho a sua reação: é coincidência!!! E o que seria a coincidência? Coincidências acontecem o dia inteiro em grande quantidade e a gente nem nota. Quem disse pra você que a coincidência é fortuita? O fato em destaque, aqui, não é a coincidência propriamente dita; o que conta aqui é o fato de notar, é o despertar da consciência. Esse é o fato novo, extra. E, claro, se você aceita: coincidência por ser coisa programada, não pode?

Sei que tudo isso soa como loucura, tema de interesse de profissionais da psicologia e de hospitais psiquiátricos. Você pode pensar o que quiser, você pode rir, zombar, tripudiar... Mas este é um sintoma direto da passagem para a quarta dimensão.

Sim, então o que é a quarta dimensão?

Durante milênios a consciência humana se limitou a conhecer tudo em três dimensões: largura, altura, profundidade. Já está em curso a mudança, como explicarei. Quando alguém nasce num mundo tridimensional, sua consciência fica limitada pelos cinco sentidos, dando início à ideia de separatividade e do egoísmo. A percepção do universo como um processo aberto em quatro dimensões, permite a expansão da consciência para além da tridimensionalidade. Isso vai se tornando possível pelo avanço do conhecimento graças à física quântica, que passamos a conhecer nos últimos 15 anos motivado pela entrada do planeta na Era de Aquário.

 A razão pela qual isso está acontecendo é porque estamos botando para fora e espelhando nossa condição emocional e mental e assim ela se torna mais claramente visível. Ocorre porque a Era é um tempo de respirar "verdade", observar o que fazemos e o que os outros fazem bem próximo do que fazemos. A “Energia da Verdade" vai comandar a cura e todos vão se sentir melhores. Estamos todos espelhando uns nos outros os nossos processos.

Pessoas famosas irão à televisão e confessarão coisas íntimas omitidas, verdades suprimidas. Os personagens das novelas e filmes parecem confundir-se conosco. O fictício e o verdadeiro se confundem. Na verdade, o fictício copia o real. O que, durante muito tempo foi instrumento de dor e sofrimento, vira de ponta e passa a ser um grande instrumento de cura. Cura e evolução. Essa foi a proposta desta série e continuará a ser a proposta deste blog.

Para pensar, finalmente: o que eu quero levar desta vida, que não precise ser guardado como segredo exclusivo, contra roubo, contra os fluidos da inveja, contra a minha saúde, contra o meu amor, contra a minha paz?

Se você puder responder com exatidão, a sua caminhada espiritual está fadada ao sucesso.

Tema para a Universidade

Às vezes eu acho a Universidade tão plantada no passado que quase daria para compará-la à Igreja Romana. Nos últimos 100 anos, o conceito de dimensão desenvolveu-se de tal forma que atualmente é comum aos matemáticos falarem de mundos de infinitas dimensões e até de objetos com número fracionário de dimensões. È bem verdade que, há mais de 2.000 anos, os gregos, com base nos sentidos e nos princípios da Geometria de Euclides, o mais famoso matemático da Antiguidade grecoromana (século III a.C.), viviam num mundo tridimensional. Eles observavam, como nós hoje, um mundo repleto de objetos com comprimento, largura e altura – tridimensionais. Natural, portanto, que considerassem o Universo que contém esses objetos também em três dimensões. Para Euclides, esses atributos – comprimento, largura e altura – correspondiam ao que chamamos matematicamente de dimensão. Assim, a linha passa a ser o modelo de objeto com apenas uma dimensão, pois tem só o comprimento.

Os objetos planos têm comprimentos e largura e, então, o plano passa a ser o modelo das coisas de duas dimensões. Já os sólidos, além de comprimento e largura, também têm altura e são os exemplos acabados de objetos tridimensionais. Dessa maneira, os matemáticos da época de Euclides concordavam com o senso comum de que o Universo é 3-D (tridimensional). Essa visão perdurou por séculos e a História registra algumas objeções célebres à ideia de uma quarta dimensão.

È curioso: nem sempre são os cientistas que especulam com ideias consideradas bizarras e que anos depois acabam se incorporando à ciência. Um exemplo dessa visão premonitória aparece no livro “Pontes para o Infinito”, de Michael Guillem, quando trata do tema dimensões. Ele relata que o filósofo inglês Henry More (1614-1687) insistia na existência de fantasmas que habitariam a quarta dimensão repelidos nos centros científicos.

Um caso exemplar desse preconceito é o do respeitadíssimo matemático e filosofo René Descartes: expandindo a linguagem da Geometria euclidiana, ele viu surgir a possibilidade de uma quarta dimensão e prontamente a rejeitou por julgá-la irrealista. Na Geometria analítica inventada por Descartes, as dimensões de um objeto correspondem ao número de coordenadas necessárias para descrever com clareza: seus pontos ficam bem determinados pela longitude e latitude.


O plano é bidimensional, isto é, dois números ordenados segundo uma convenção, determinam um ponto desse plano.

Da mesma forma, um sólido é tridimensional – três números ordenados localizam cada um dos seus pontos.

Como destacou Guillem, tratava-se de dois enfoques diferentes: o de Euclides era qualitativo, assentado nas qualidades da forma – comprimento, largura e altura; o de Descartes, quantitativo, importava o número das coordenadas para descrever bem o objeto. Um interpretou nossas experiências sensoriais; o outro, nossa compreensão lógica.

Pode parecer pouco, mas tal mudança na visão do conceito de dimensão ocorreu quando os homens ainda estavam presos ao pensamento euclidiano. E não foi fácil perceber que um objeto da quarta dimensão não passa de uma entidade matemática que tem necessidade de quatro coordenadas para ser descrito adequadamente. Isso pode parecer óbvio ao estudante moderno, mas foi insuficiente para vencer a resistência dos matemáticos da geração de Descartes e dos que se seguiram, sem aceitar a possibilidade da existência lógica de algo que não podiam visualizar. Eles ainda estão por aí, muitos deles como membros das nossas universidades.

Há menos de um século e meio, no entanto, Bernhard Riemann, jovem matemático alemão, ao estender a Geometria de Euclides e de Descartes, desenvolveu em detalhes a ideia de uma Geometria quadridimensional. Mais que isso: provou que a Geometria euclidiana é uma das muitas igualmente lógicas e consistentes geometrias que se referem a espaços de quaisquer números de dimensão, do zero ao infinito. Da semente plantada por Riemann, em 1854, nasceu um fruto colhido por Albert Einstein, em 1915. Ele mostrou que, embora nosso universo pareça uma variedade 3-D, é, de fato, 4-D. Ao alargar a noção de dimensão ele dava o primeiro passo para se perceber a variedade espaço-temporal que é o Universo. Ptolomeu não estava inteiramente errado: a régua que mede comprimento, largura e altura não é a mesma que mede o tempo.

(Parte deste artigo conta com a colaboração de escritos de Luiz Barco, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo)

Além da Matemática

Pense no que seja o mundo físico no qual vivemos. Einstein disse: “Energia é igual à massa multiplicada pela velocidade da luz ao quadrado”. “A massa se transforma em energia, a energia se transforma em massa”. Sem dúvida, o mundo tridimensional de Euclides se encontra limitado por essa fórmula básica de Einstein. Contudo, mais além dessa fórmula de Einstein existe algo, quero referir-me enfaticamente à quarta coordenada, à quarta vertical.

Vejamos, por exemplo, uma mesa, que tem largura, comprimento e altura; estas são as três dimensões. Mas, há quanto tempo foi construída esta mesa? Eis aqui a quarta vertical, o tempo.

Além desta quarta vertical existe a quinta coordenada que é, em si mesma e por si mesma, a eternidade. Muitíssimo além da quinta vertical temos a sexta dimensão, que em si mesma transcende o tempo e a eternidade.

E por último existe a dimensão zero desconhecida, a sétima dimensão.

Vivemos então em um mundo multidimensional.

Infelizmente, as pessoas só percebem o mundo de três dimensões, sendo necessário desenvolver outras faculdades que nos permitam conhecer a quarta vertical.

Felizmente, na anatomia oculta do ser humano se encontram em estado latente os sentidos que convenientemente desenvolvidos, de forma científica, podem dar-nos acesso não apenas à quarta vertical, mas também à quinta, sexta e sétima dimensões.

Primeiro - Chakra Fundamental

Obviamente, na espinha dorsal dos seres humanos existem poderes divinos em estado latente. No cóccix existe um centro magnético especial, um “chakra”, falando em estilo oriental. Dentro desse centro subjaz um poder elétrico formidável, quero referir-me enfaticamente a Devi Kundalini Shakti, a serpente ígnea de nossos mágicos poderes. Os hindus dizem que essa serpente está encerrada no Chacra coccígeo, afirmam que se encontra aí, enroscada com três voltas e meia.

Nós temos poderes latentes, e um deles é precisamente o da Kundalini. Algumas escolas temem o despertar do Kundalini; é um poder explosivo, maravilhoso. Quem conseguir despertar a serpente ígnea de nossos mágicos poderes, poderá sair de uma caixa hermeticamente fechada; quem conseguir despertar esse poder ígneo, flamígero, pode caminhar sobre as águas sem afundar, voar pelos ares como fizeram muitos ascetas místicos, tanto no oriente como no ocidente do mundo.

Temos de despertar esse poder ígneo, flamígero que, como já disse, subjaz dentro de certo centro magnético do cóccix.

No Apocalipse de São João, esse centro magnético coccígeo é denominado Igreja de Éfeso. Despertar, colocar em atividade esse centro flamígero é algo grandioso. Quem o desperte, adquirirá poder sobre o elemento terra; poderá fazer cair uma rocha com sua vontade, poderá dominar os terremotos com sua vontade, etc.

Segundo - Chakra Sacro

O segundo poder flamígero latente na espinha dorsal do homem encontra-se situado à altura da próstata. Trata-se do Sacro. No Apocalipse de São João esse centro é denominado Igreja de Esmirna.

Bem sabem os ascetas místicos que com despertar dessa maravilhosa faculdade se adquire poder sobre as águas, então poderemos dominar as tempestades do oceano, ou desatá-las à vontade.

Terceiro – Chakra Plexo Solar

O terceiro poder existente na espinha dorsal do homem está situado exatamente sobre o Plexo Solar, na altura do umbigo. No Apocalipse de São João este centro é denominado esotericamente de Igreja de Pérgamo.

Os iogues hindus que despertaram esse maravilhoso poder podem ordenar aos vulcões em erupção que cessem sua atividade e eles obedecerão. O asceta que conseguiu dominar esse centro pode manejar as potências da vida universal; pode enterrar-se vivo durante meses inteiros e quando for tirado se descobrirá que não recebeu dano algum.

No Plexo Solar, na região umbilical, está também o centro telepático.

Quarto – Chakra Cardíaco

O quarto poder existente na espinha dorsal se acha situado exatamente à altura do coração, o Cardíaco. No Apocalipse de São João esse centro é denominado Igreja de Tiátira. Quem consiga despertar esse maravilhoso poder flamígero do coração realizará prodígios.

É indispensável despertar esse centro, porque com ele adquirimos faculdades como o desdobramento astral, os estados de Jinas, como ensina Mário Roso de Luna.

Ao chegarmos ao Quarto Chakra, estamos na Quarta Dimensão. Nós podemos visitar o Éden, isto é, a quarta vertical. Isto é possível desenvolvendo os poderes do Cárdias do Quarto Chákra.

É indispensável penetrar na quarta vertical, mas a ciência atual se encontra estagnada em matéria de Física. A Física contemporânea é regressiva, retardatária, reacionária.

Quando os cientistas abandonarem o dogma tridimensional de Euclides, poderá surgir uma Física revolucionária, com naves capazes de viajar por dentro da quarta vertical.

É indispensável sair do dogma tridimensional de Euclides. É inadiável, improrrogável, estudar mais profundamente o átomo; no átomo encontraremos a linha da quarta vertical. Quando se possa traçar a quarta vertical, então será elaborada uma geometria revolucionária, tetradimensional; com uma tal geometria será possível construir uma física de quatro dimensões. Então a conquista do espaço será um fato definitivo.

Esses foguetes atuais lançados por “gregos e troianos” impulsionados por combustível líquido, esse foguetório barato que tanto impressiona os incautos; parece mais coisa de circo, com cinquenta mil acrobacias para descer na Lua.

A conquista do espaço é possível com uma Física tetradimensional. Quando tal Física exista, e quando também nos tenhamos apropriado da energia solar e saibamos utilizá-la, a possibilidade de viajar através do infinito será um fato concreto, claro e definitivo.

Naves viajando pela quarta vertical, impulsionadas por energia solar; eis aí as naves do Super-Homem, naves que verdadeiramente podem viajar através do espaço estrelado, de galáxia em galáxia! Infelizmente, a Física contemporânea continua estagnada; é necessário romper de uma vez e para sempre com o dogma tridimensional de Euclides Nós temos procedimentos íntimos, particulares, para meter o corpo físico dentro da quarta coordenada.

Se estudamos cuidadosamente os sábios orientais, veremos que eles sabem como meter o corpo físico dentro da quarta dimensão. Dizia um sábio oriental: “Praticando um samyasin sobre o corpo físico, ele se torna como de algodão e pode caminhar sobre as águas, voar pelos ares, atravessar uma montanha de lado a lado ou caminhar sobre brasas de carvão sem nada sofrer”.

(Parte deste artigo conta com contribuições dos escritos do Venerável Mestre Samael Aun Weor)

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