sábado, 5 de dezembro de 2015

1823-Filhos de espécies diferentes


 
Uma gênese diferente

Introdução

Não há dúvidas que sabemos muito pouco de nossa própria história humana e pior ainda quando se trata da realidade divina. O que existe são suposições e lendas.

Nunca acreditei na hipótese da direta da descendência humana do ancestral macaco. Não há como concordar com uma evolução tão brutal numa espécie, ainda mais tendo em vista que os macacos continuam macacos, não evoluíram. Algo aconteceu para que estas duas espécies se pareçam, mas uma não seja a continuidade da outra.

Não estou só na minha tese. Os evangélicos, pentecostais, e outros adversários da Teoria da Evolução das Espécies, também abominam a ideia estapafúrdia de que os humanos são “tetranetos” dos símios. Mas, eles, os bíblicos, leem as escrituras e ficam lá na simpleza com que ali se trata da origem humana. Uma explicação temerária, ilógica, porém, por se tratar de lendas, sempre carregam consigo um fundo real.

Este artigo deseja jogar lenha na fogueira para que as lavaredas se ergam e iluminem mais longe.

Não pensem os leitores que haja alguma tendência contestatória, adversária, protestante, fundamentalista. Nada disso. Corro atrás da verdade. Quero luzes.

Você vem com a gente?

Sem crucificar a ciência

Gente afinada com a evolução, adepta das descobertas científicas, também contesta: nós não viemos dos macacos. Os seres humanos são parentes deles, não seus descendentes. O homem também é parente do cavalo, do rato, do porco. E aí, qual é a verdade?

Já se publicou muita coisa sobre primatas lá do passado e atuais, mas as descobertas científicas não conseguem botar a mão no elo perdido que faria a ponte entre o animal e o homem.

Há um elo perdido? Claro que há.

Nesse tempo decorrido desde o advento do chamado homem ereto, aquele que se ergueu nas pernas e passou a usar as mãos para uma série de coisas, aí no meio algo contribuiu para o surgimento de um ser menos rústico, menos tosco, menos animal, mais hábil, então, sim, este o ancestral que a ciência não encontra e que mais coerentemente evoluiu sem tantos pelos pelo corpo, com o cérebro maior, glúteo facilitado para começar a falar, etc. etc.

Vamos à sua procura?

A revista Super Interessante afirma que temos com os macacos um ancestral em comum, que viveu na África há cerca de 7 milhões de anos. Mas, que o homem não é uma evolução do macaco, por que ainda existem chimpanzés andando por aí, não evoluíram.

Veja uma coisa racional. O cavalo evoluiu, a onça evoluiu, a galinha evoluiu. Não existe mais o cavalo, a onça, a galinha primitivos. O macaco evoluiu também, mas continua macaco, não virou gente.

Muita coisa vinda de Charles Darwin foi bem recebida e ficou valendo, está valendo. Darwin não terminou seu trabalho, envelheceu, morreu e ficou a pergunta sem explicação: por que só os primatas não continuaram a evoluir a ponto de todos eles terem se transformado em humanos? A resposta parece óbvia: é porque a genética deles é a deles e a genética dos humanos é a dos humanos. Podemos ser semelhantes, não iguais.

Essa é uma questão capciosa, que acaba confundindo e enganando muita gente. Quem adora lidar com isso são os criacionistas, aqueles que acreditam na criação divina - o homem moldado por Deus à sua imagem e semelhança. E nisso já arranjam um velho barbudo, que chamam de Jeová e o entronizam no céu como o Criador.

Mas há uma falha conceitual nessa pegadinha. Ela dá a entender que, segundo a Teoria da Evolução, o Homo sapiens evoluiu dos macacos atuais. Charles Darwin, entretanto, nunca disse ou escreveu isso. O que os evolucionistas afirmam é que tanto a macacada de hoje quanto os seres humanos têm um ancestral em comum.

E eles estão absolutamente corretos nessa afirmação

Segundo os estudos mais recentes, baseados em fósseis e análises de DNA, há cerca de 7 milhões de anos a África era habitada por um tipo de primata do qual descendem tanto o homem quanto os chimpanzés e bonobos (ou chimpanzés-pigmeus) atuais. A analogia mais adequada para entender essa história é pensar nas espécies como membros de uma família. Considerando que esse primata é o avô da família, os chimpanzés não são nossos "pais", mas nossos "primos".

Aí você pergunta: se fosse ressuscitado por alguma tecnologia mirabolante, estilo “Parque dos Dinossauros”, esse ancestral comum poderia ser considerado um macaco? Nem sim, nem não. Sob vários aspectos, ele lembraria um chimpanzé. Seria coberto de pelos, por exemplo, e provavelmente teria um cérebro relativamente pequeno. Por outro lado, alguns dos fósseis mais antigos da linhagem humana - como o Ardipithecus ramidus, de 4,4 milhões de anos - sugerem que esse vovô talvez não tivesse outras características dos macacos atuais, como o hábito de andar apoiado nos nós dos dedos.

Além de tudo isso, há outro motivo pelo qual a pergunta dos criacionistas está conceitualmente equivocada. Ela supõe que todo macaco "gostaria" de ter seguido o caminho evolutivo do homem. Mas o fato é que cada linhagem de primata tem sua própria história de evolução. De acordo com arqueólogos e antropólogos, foi só nos últimos 10 mil anos - com o advento da agricultura e o surgimento das grandes civilizações - que a "solução" representada pelo Homo sapiens realmente se mostrou mais bem-sucedida que as outras espécies.

Andamos sobre lendas

Não é que as lendas sejam nocivas ou mentirosas. Mas, lenda é lenda, história é história.

Há uma história, estória ou lenda sobre a mulher de Adão, antes da Eva, que foi a segunda. Este pedaço do que, na Bíblia, seria a história da humanidade, foi censurado. Segundo esta estória ou lenda, a primeira companheira de Adão foi uma deusa chamada Lilith — depois cognominada "monstro da noite" pelos antigos hebreus, que queriam uma estória bem redondinha para o primeiro judeu do cosmos. Esta mulher brigou com Deus e por isso foi transformada em demônio. Uma coisa meio parecida com o que houve com Lúcifer. Na verdade, o castigo maior que a impuseram os sacerdotes foi excluí-la dos relatos bíblicos da criação do mundo.

Lilith, versão hebraica de uma divindade babilônica, sinônimo de "face escura da Lua", não se dava bem com Adão. Certo dia, cansada de desavenças, Lilith abandonou o marido e foi para o mar Vermelho, onde passou a viver entre demônios, com quem teve vários filhos.

Pois bem, quando Caim assassina Abel e abandona o clã do pai, a Bíblia diz que encontrou mulheres com as quais se amasiou e viveu procriando filhos.

Só esta citação bíblica (Gen 4;16-17) derruba o argumento de que Deus criou apenas Adão e depois de sua costela tirou Eva. Haviam outros humanos na face do planeta. Ou não eram humanos?

Uma história cósmica

Para ler o que vai escrito, antes de tudo, temos de pensar que a Terra não é o único planeta habitado e nem o mais desenvolvido.

É uma história alucinante de que há 300 mil anos nosso planeta foi visitado por extraterrestres interessados em ouro, componente indispensável para a vida no seu planeta. Não havia a raça humana aqui. Foram parar na África, onde, segundo suas prospecções, havia ouro. Sofreram muito para cavar e obter as pepitas enquanto eram observados à distância pelos primatas.

Seus cientistas tiveram a ideia de fazer uma adaptação genética e utilizar os primatas como peões para o serviço bruto. Deu certo. Assim como cavalos, bois e jumentos nos ajudam em serviços domésticos, alguns primatas se prestaram principalmente para retirar os rejeitos de dentro das galerias.

E agora mais um lance alucinante. Como não haviam mulheres, os mineiros extraterrestres passaram a olhar para as macacas geneticamente modificadas e não deu outra: foram usadas sexualmente.

Respira fundo. Vai tomar um copo d’água e volta para ler o que segue.

Esses seres miscigenados com a genética dos machos extraterrestres e das fêmeas primatas, seria o ancestral que a ciência não encontra.

Parece loucura? Não. Sobre quase isso Fritjof Capra também escreveu.

Esta tese foi defendida num congresso de ufologia na África do Sul há alguns meses por Michael Tellinger e por Laura Eisenhower – tetraneta do ex-presidente norte-americano que, como estudiosos do cosmos estão defendendo também outras teses para explicar o fenômeno El Ñiño e outros desregramentos do planeta. Continue lendo.

E não estão sozinhos

A tese apresentada na África do Sul não é uma voz isolada entre os estudiosos do homem e do cosmos. Zecharia Sitchin, arqueólogo, tradutor e autor de livros, também defende uma versão da teoria dos astronautas antigos para explicar a origem da humanidade terrestre. Ele atribui a criação da antiga cultura suméria aos “anunnakis” (ou “nefilim”), uma raça extraterrestre nativa de um planeta chamado Nibiru, que se encontraria nos confins do Sistema Solar. Ele afirma que a mitologia suméria é a evidência disto, embora suas especulações sejam descartadas por alguns historiadores ortodoxos, que discordam de sua tradução dos textos antigos e de sua interpretação dos mesmos.

O conhecido estudioso Fritjof Kapra, como já referimos, no livro “A Teia da Vida” defende uma tese muito próxima da dos buscadores de ouro. Diz que a partir de um ponto da história genética dos primatas, seus filhos passaram a nascer com menos pelos e com mais habilidade, sem, contudo, estabelecer a causa que, evidentemente, não foi aleatória. Ponto para os procuradores de ouro.

Outros cruzamentos semelhantes

A genética animal conhece muito mais do que nós, não geneticistas, podemos imaginar.

Há mais de dois séculos numa situação muito semelhante às necessidades dos “anunnakis”, os mineradores de Minas Gerais descobriram que na Argentina (província de Entre Rios) os criadores de muares estavam obtendo um estupendo resultado mediante o cruzamento de asininos e equinos, duas raças distintas, obtendo o que ficou conhecido por mula, maior, mais resistente que o cavalo e com maior capacidade que o jegue.

Por ironia do destino esses animais foram vendidos aos mineradores e serviram, justamente, para retirar a larva de dentro da mina acondicionada em seus lombos, o que antes era feito pelos escravos com mais lentidão e mais sofrimento. Ponto para os cruzadores de raças.

Mas, a mula não é a única experiência genética. O chester, ave que os brasileiros apreciam por ser uma alternativa ao peru, é um animal resultante de cruza genética. Os suínos de pelagem clara e rala também vieram de uma mutação provocada mediante cruzas. Tudo a ver com aquilo que se pode imaginar ter havido quando os habitantes do espaço passaram a gerar filhos geneticamente modificados no ventre das fêmeas primatas.

E assim surgiram os semideuses

É uma coisa imprecisa, antiga, recorrente. Os deuses vinham dos céus. A Bíblia está cheia dessas estórias, sendo as mais comuns aquelas que carros de fogo levaram pessoas para o espaço. Elias foi um deles. E o que seriam os semideuses? Os filhos dos deuses com a fêmeas terráqueas.

Jesus, segundo a Bíblia, talvez possa ser filho de Deus com Maria.

Quer pesquisar mais?

Aí vão mais dicas caso você se interesse pelo tema:

Segundo a mitologia greco-romana os deuses às vezes descem à Terra para "namorar" com seres humanos, pois os gregos cultuavam o corpo perfeito, mas tão perfeito que seduziria até os próprios deuses. Outra explicação era que quanto mais "humanos" os deuses fossem mais reais eles seriam, ou seja, os gregos e os romanos são os verdadeiros propulsores do humanismo, claro, ao seu modo, reprimindo a mulher e fazendo guerras.

Os mais famosos heróis gregos são o Hércules, filho de Zeus e Alcmena, considerado o mais célebre de todos os heróis, um símbolo do homem em luta contra as forças da Natureza. Possuía também uma força notável, quase sobre-humana. Outros semideuses também são muito famosos como Perseu, filho de Zeus - responsável pela morte de medusa, a górgona - Aquiles, da Nereida Tátis, que quando foi mergulhado (com exceção ao calcanhar) no rio Estige, tornou invulnerável, Teseu, filho de Poseidon, que matou o Minotauro e conseguiu escapar do labirinto de Dédalo. Pode considerar também Helena de Troia, filha de Zeus e também considerada a mais bela na mitologia grega, até mesmo mais que Afrodite.

Mas verdadeiramente, estes semideuses não possuíam grandes poderes, mas eram às vezes agraciados com alguma habilidade sobre-humanas, vindas dos céus.

Semideuses africanos

Olha aí, vamos para a África, de onde nos vem a possibilidade de os gorilas terem emprestado suas fêmeas para dar origem aos humanos da Terra. Nas mitologias Yoruba, Olorum é o Deus e os Orixás são considerados semideuses por serem os ancestrais divinizados do povo yoruba. Assim como em outras religiões tradicionais africanas como a dos povos ewe-fon, a mitologia Fon também têm sua Deusa Mawu e o Deus Lissá e seus Vodun, semideuses ancestrais divinizados. Para os Bantus, na mitologia bantu, das nações Angola e Congo, o Deus é Nzambi e também tem os Nkisi, semideuses ancestrais divinizados. Essa concepção é tida na África e também no Brasil, porém em outros países costumam chamar o orixá, vodun ou nkisi de deuses, sendo incorreta essa denominação por estarem abaixo do Deus supremo de cada religião.

Deuses mestiços

O que se diz nas tradições de muitos povos? Semideuses ou Meio-Sangues são os filhos dos deuses com parceiros mortais. Eles normalmente se destacam por serem mais fortes e habilidosos que os humanos normais. Os Semideuses podem comer e tomar Néctar e Ambrosia, a comida dos deuses, porém, com moderação, têm poderes e habilidades relacionadas com o domínio dos seus pais divinos. Vai lendo isso e vai lembrando que na África surgiu uma raça mestiça mesclando o sangue dos deuses, na verdade, habitantes de outro planeta mais desenvolvido, com o sangue dos gorilas, que a ciência desconfia serem nossos ancestrais diretos.

Por exemplo: filhas (os) de Atena ou Minerva tem grande habilidade para estratégia (ex: Annabeth Chase e Malcolm); filhos de Apolo e Caçadoras de Artemis têm grande habilidade com arco e flecha (ex: Will Solace e Zoë Doce-Amarga; filhos de Ares ou Marte tem especialidade em lutas (ex: Clatrisse La Rue e Frank Zhang); filhos de Hades ou Plutão, sabem lidar com os mortos; ou mesmo com a riqueza (ex: Nico de Angelo e Hazel Levesque, respectivamente); filhos de Poseidon ou Netuno sabem lidar com água (ex: Tyson e Percy); filhos de Zeus ou Júpiter sabem lidar com os céus (ex: Jason e Thalia Grace); filhos de Deméter ou Ceres (ex: Miranda e Katie Gardiner) são excelentes com a agricultura ou flores; filhos de Hypnos são ótimos na cama dormindo; filhos de Hefesto lidam bem com as forjas; filhos de Dionísio ou Baco se dão bem com a vinhas; filhos de Hécate fazem magia; filhos de Afrodite usam sua beleza para encantar, etc.

Os sumérios eram mais que nossos ancestrais

Nos estudos de Zacharia Sitchin há relatos com fotos de monumentos sumérios retratando a criação de Adamu (Adão) como obra dos astronautas em visita à Terra; há representação da criação do Sistema Solar incluindo Nibiru, aquele planeta de onde vieram os Anunnaki; e lá também tem um desenho da dupla hélice (DNA), que nossos cientistas lutaram para chegar nela e só chegaram quase no fim do século XX. Os sumérios já lidavam com isso quatro anos antes de Cristo.

A análise dos textos sumérios traduzidos por Sitchin, conforme declarou em uma palestra dada quando da apresentação do seu último livro "Fim dos Dias", diz mais do que todas as nossas descobertas sobre a origem humana.

Zecharia Sitchin (nascido em 1922), atribui a criação da antiga cultura Suméria aos "Anunnaki", uma raça extraterrestre nativa de um planeta chamado Nibiru, que se encontraria nos confins do Sistema Solar. Com essa abordagem, fica explicado o nosso súbito aparecimento no planeta, unindo a evolução com a criação, e explicando as várias construções antigas inexplicáveis pela ciência atual, além de mais e mais coisas.

Um pouquinho sobre Sitchin

Zacharia Sitchin nascer no Azerbaijão, vizinho da região onde estava a Suméria da História. E diz conhecer a língua falada pelos sumérios, que foi a mesma antiga dos judeus, o aramaico, aqui já com outro nome. Começou a ficar famoso com a publicação do livro "O 12º Planeta", em 1976, e a partir daí tomou força o tema NI.BI.RU, retirado de uma única fonte: os antigos textos sumérios.

Com o seu trabalho, ficamos sabendo que muitas partes da Bíblia são cópias fragmentadas destes antigos textos que atribuíam a uma divindade ligada ao rei Hamurabi. Quase toda a Gênese judaica vem de lá. Só para dar alguns exemplos: o conhecido jardim do Éden chama-se E.DIN; Abraão é chamado de AB.RAM; o relato da destruição de Sodoma e Gomorra também está lá. Vale dizer, não são eventos judaicos, mas cópias vindas da Suméria.


Os seus livros traduzidos para o português são cada vez mais difíceis de se conseguir. Para quem tiver interesse destaco além do livro 'O 12º Planeta', o magnífico livro 'Gênesis Revisitado' é outro que merece ser lido por quem tenha interesse em desmascarar coisas que são ditas em nome de Deus como verdades imutáveis e ali são tornadas claras.


Zecharia Sitchin é um erudito, especialista na história e em arqueologia do Oriente Médio e do Antigo Testamento. Traduz a escrita cuneiforme da Mesopotâmia e outras linguagens antigas e ocupa o cargo de Consultor da Nasa, hoje radicado nos Estados Unidos. Pertencente a um pequeno número de estudiosos que conseguem ler as tábulas de argila encontradas na Mesopotâmia.

Segundo ele, seu interesse, começou ainda em seus dias de escola. Ele estava estudando a Bíblia (Antigo Testamento) em seu idioma original, o hebraico, quando finalmente a turma chegou ao capítulo 6 do Gênesis, a história do Dilúvio. O capítulo começa com vários versos enigmáticos, dizendo que no tempo pouco antes do Dilúvio, "havia gigantes sobre a Terra", e eles se casaram com as filhas do homem e tiveram filhos delas.

Então o pequeno Zecharia Sitchin levantou a mão e perguntou à professora por qual motivo aquela senhora dizia "gigantes" quando a palavra na Bíblia é Nefilim, que significa "aqueles que desceram", e não obviamente "gigantes". A começar pela idade do pequeno Sitchin já se pode perceber que tal genialidade não agradou a professora. Em vez de o elogiar por seu conhecimento de hebraico, ela o repreendeu, pois ela, como todas as pessoas, reagiu em protesto: “não se questiona a Bíblia!”

E Sitchin provou que sim, a Bíblia tem de ser questionada naquilo que ela nos desvia da verdade de nossas vidas.

A partir deste dia Sitchin começou uma busca incansável pela verdade que ele acreditava. E escreveu sobre isso.

Nascido em 1922 é autor de livros defendendo uma versão da teoria dos astronautas antigos para a origem da humanidade.

Além do que já escrevemos sobre ele, ele afirma que a mitologia suméria é a evidência de que fomos visitados por raças muito desenvolvidas.

Suas especulações são descartadas pela maioria dos cientistas. Alguns historiadores e arqueólogos convencionais discordam de sua tradução dos textos antigos e de sua interpretação da física.

Sitchin formou-se pela London School of Economics, da Universidade de Londres, graduando-se em história econômica. Foi jornalista e editor em Israel durante muitos anos, vivendo atualmente na cidade de New York, onde edita seus livros. Suas obras foram largamente traduzidas, inclusive para o braille. Adquiriu conhecimentos do hebraico antigo e moderno e outras línguas europeias e semíticas, do Velho Testamento e da história e arqueologia do Oriente Próximo.


Até a próxima postagem.

 

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