sábado, 19 de março de 2016

1838-Sondando o Universo




Extraterrestres existem ou não?

Introdução

O tema é polêmico para não dizer explosivo, tanto quanto falar de política, ideologia, futebol ou religião. De certa forma, é um tema religioso, no mínimo, de fé.

Para muitos homens e muitas mulheres o único planeta habitado é o nosso, a Terra. Estão convencidos de que tudo mais está aí dependurado no espaço não se sabe para que. Com o maior respeito que se deve ter pelas opiniões diferentes da nossa, seria o mesmo que construir o estádio do Maracanã para instalar ali na marca central do gramado um tabuleiro de xadrez para duas pessoas jogarem com o estádio completamente vazio.

Para uns tantos outros, a ida à Lua foi uma bem orquestrada montagem dos Estados Unidos no deserto de Colorado para impressionar o mundo e ganhar notoriedade científica em plena guerra fria.

Não precisamos ser radicais. Há tanta explicação para tantos milagres que conhecemos. A travessia do Mar Morto se deu numa daquelas marés baixíssimas que só acontecem a cada onze anos e disso Moisés tinha conhecimento. O milagre de obter água tocando o solo com uma varinha (também proporcionado por Moisés), é uma técnica milenar conhecida dos povos para detectar onde tem água subsolar para então cavar o poço. E quanta coisa mais...

Assim, nós precisamos descer das tamancas e admitir que as narrativas bíblicas foram produzidas por homens; que os episódios bíblicos foram proporcionados por homens; que o que está escrito lá e aqui, agora, em nenhuma hipótese, afasta a mão de Deus; não contesta as leis de Deus.

Enquanto Copérnico (protestante) prosseguia estudando o nosso Sistema Solar e demonstrando que o Sol é o centro e os demais planetas giram ao seu redor, como de fato a ciência comprovou sobejamente depois disso, a Igreja de Roma prendeu Galileu e exigiu que ele desmentisse a mesma tese, que também era sua, idêntica à de Copérnico, sob a ameaça de, em não fazendo, ser executado na fogueira.

E nós, estamos mais para Copérnico ou mais para Galileu?

É preciso dizer com todas as letras: MESMO AQUELES QUE NEGAM A DEUS PODERIAM TER PRODUZIDO AS MESMAS COISAS QUE PRODUZIRAM OS CRENTES EM DEUS. Sim ou não?

Esta frase em caixa alta se destina apenas fechar um conceito de que aceitando ou negando a Deus nenhum homem ou mulher se tornarão diabólicos, tanto quanto nenhum filho deixará de ser filho pelo simples fato de negar a seus pais.

Voltando aos extraterrestres: dentro da Bíblia, nos escritos de alguns séculos anteriores a Cristo, já existem citações que sugerem a existência de extraterrestres em plena relação com a Terra. Fica difícil a alguém bater o pé e afirmar: eles não existem!

Os autores bíblicos eram loucos, mentirosos, sonhadores?

Responderão os que defendem as escrituras sagradas: NNNNÃÃÃÃOOOO.

Bem, então baixemos a guarda e acompanhemos as falas que são ditas por escrito, aqui.

Estão ali à disposição de quem queira ler: Gênese 5; 24 e 6;4, Números 13; 32-33, Hebreus 11;5,II Reis 2;2 e 11. E não são todos. Existem muitas citações sobre a vinda de passageiros do espaço chegando aqui, bem como narrando a subida de pessoas aos céus através de carros de fogo. Apenas para encurtar a conversa deixemos só estas indicações de leitura.

O que seriam os carros de fogo, se não discos voadores?

O que seriam os nefilins (palavra suméria) se esta palavra indica “vindos dos céus” e que a tradução latina forçou a barra e os chamou de “gigantes”.

Se há a probabilidade de existirem mais de 8 milhões de planetas iguais ao nosso aí neste cosmos imenso, por que não poderia haver vida inteligente em vários deles?

Quem lê tem a oportunidade de conhecer o “Paradoxo de Fermi”, introduzido pela primeira vez pelo físico Enrico Fermi com a pergunta: “Onde está todo mundo?” Ou, mais especificamente: “Onde estão todos os aliens?”, em que a palavra “aliens” é usada para designar os extraterrestres.

Vamos ao tema?

Temos a chance de examinar o tema a partir de 10 diferentes pontos de vista.

Afinal, quando levamos em consideração o tamanho do universo, o provável número de planetas absolutamente parecidos com a Terra e uma série de outras variáveis, é natural (e bastante lógico) concluirmos que deve haver dezenas de milhares, ou mais, de civilizações extraterrestres na galáxia e além dela. E como a nossa galáxia tem cerca de 10 bilhões de anos de idade, os cientistas concordam que os mundos inteligentes tiveram tempo de sobra para entrar em contato uns com os outros. Então, se os aliens devem existir, estatisticamente, por que não encontramos nenhum deles ainda?

Eis aí os pontos de vista não necessariamente por sua ordem de importância:

1. A Terra é especial

Uma teoria chamada de “A Teoria da Terra Rara” sugere que a cadeia de eventos que criou a vida em nosso planeta foi tão complexa que só uma tempestade biológica perfeita poderia recriá-la em outro lugar. Em outras palavras, o que essa hipótese defende é que embora possa haver planetas iguais à Terra, nenhum deles tem exatamente, tim tim por tim tim, o que é preciso para que a vida inteligente se desenvolva. Ou seja, um dos motivos pelos quais ainda não encontramos aliens é porque eles simplesmente não existem – ou eles são tão poucos que a probabilidade de fazer contato é altamente improvável.



O principal fator que torna a Terra tão hospitaleira para o desenvolvimento da vida como a conhecemos é o seu longo período de condições climáticas relativamente estáveis, o que é possível devido a órbita e posição única do nosso planeta. Se não fosse essa distância exata que estamos do sol e da lua, o planeta seria provavelmente MUITO quente ou MUITO frio, com muito pouco oxigênio e, consequentemente, muito instável para dar suporte para qualquer vida além de bactérias.

O paleontólogo Peter Ward e o astrônomo Donald Brownle foram os primeiros a defender essa teoria. Depois de quase 15 anos desde que a divulgaram, eles continuam confiantes de que as chances de encontrarmos aliens são extremamente baixas.

2. Toda a vida alienígena é atrasada em termos de tecnologia

De acordo com a Teoria do Grande Filtro, proposta em 1996 pelo professor Robin Hanson, a vida alienígena existe sim, mas a vida alienígena inteligente seria incapaz de avançar tecnologicamente o suficiente para estabelecer algum tipo de comunicação espacial de longa distância. Apesar de nossas naves espaciais modernas, satélites e rádios poderem fazer parecer que estamos chegando mais perto desse contato, vamos inevitavelmente chegar a um limite. Já sabemos, e os surtos recentes de ebola estão aí para confirmar, que desastres naturais catastróficos atacam periodicamente a Terra, por isso é possível que esses tipos de eventos também aconteçam em outros mundos, fazendo com que a vida inteligente volte à Idade da Pedra antes que a tecnologia possa se desenvolver até o máximo de seu potencial. Ou, talvez e não menos provável, outros mundos também se aniquilem por meio de uma guerra nuclear.

Seja qual for o filtro, isso parece ser uma má notícia para os seres humanos.

Porque não só provavelmente a gente nunca vai se comunicar com aliens, como, de acordo com essa teoria, a gente vai morrer tentando.
Mas, calma. Nem tudo está perdido. Alguns acreditam que nós seremos as primeiras pessoas a sobreviver ao grande filtro da mãe natureza. Então, eventualmente, seremos os primeiros seres superinteligentes a viajar amplamente pelo espaço e tomar um café com aliens.

3. Os aliens já saíram do universo faz tempo

“Hasta la vista, baby”. Foi isso que os aliens podem ter dito para o nosso universo.

De acordo com Hipótese Transcendental do futurista John Smart, a vida alienígena existiu uma vez em nosso universo, mas tornou-se tão avançada que se mudou para pastos mais verdes. Para ser mais precisa, os aliens se tornaram tão evoluídos que pararam de olhar para o espaço exterior e se concentraram no conceito de espaço.

Esse conceito pode ser comparado com a onda de miniaturização que temos acompanhado em computadores. O que inicialmente começou como algo enorme, foi progressivamente diminuindo em tamanho (até caber no bolso), ao mesmo tempo que cresceu em complexidade e poder.
Para os defensores da Hipótese Transcendental, a vida inteligente evolui da mesma forma, trabalhando constantemente em direção a um mais denso e mais eficiente uso do espaço, tempo, energia e matéria. Eventualmente, nós estaremos vivendo e operando em escala nanométrica até que nos tornemos tão pequenos que nós criaremos e viveremos em um buraco negro fora desse espaço-tempo contínuo.

Para os inteligentes, os buracos negros são o destino final. Eles permitem a computação ideal e aprendizagem, a viagem no tempo, a coleta de energia e muito mais. Civilizações que não atingirem esse destino são consideradas falhas.

Outros seres cósmicos podem estar trabalhando em direção a sua própria transcendência. Como seres humanos, eles podem emitir transmissões espaciais, mas esses tipos de sinais são, supostamente, o trabalho de civilizações ainda imaturas e não são susceptíveis de serem bem sucedidas.

Além disso, com base na Lei de Moore (que defende que o poder dos computadores dobra a cada dois anos), estes seres provavelmente chegariam a transcendência antes de explorar o cosmos.

4. A Terra não é tão fantástica quanto a gente imagina

Talvez seja arrogância pensar que os aliens sequer tenham algum interesse em nós ou nosso planeta. Mundos muito mais interessantes podem existir e dar um apoio maior à vida, o que faria deles lugares muito mais propícios para serem explorados do que a Terra.
Como você pode perceber, essa teoria é o completo oposto da Teoria da Terra Rara e sua essência tem como base a ideia de que o nosso planeta simplesmente não é interessante.

Uma raça alienígena capaz de viajar ou se comunicar através de anos-luz de distância poderia estar interessada em algo melhor que um planeta com problemas de superaquecimento e incontáveis redes de fast food. Da mesma forma, os aliens, sem dúvida, têm suas próprias tecnologias superiores e provavelmente não precisam de nenhum dos nossos míseros recursos. Então, se eles precisarem colher minerais ou outros elementos, eles não teriam de visitar a Terra. Essas coisas são encontradas flutuando por todo o espaço.

Além disso, não importa o quão inteligentes os aliens sejam, viajar através de anos-luz não é tarefa fácil. Quais são as chances de eles investirem todos os seus recursos ao virem para cá quando existem 8,8 bilhões de planetas outros como a Terra na Via Láctea? Para os seguidores dessa teoria, pensar na Terra como o destino óbvio de todos os aliens é sofrer com o mesmo geocentrismo que levou Galileu à inquisição.

5. Nós estamos vivendo em uma realidade virtual

Sem dúvida, uma das explicações para o Paradoxo de Fermi mais difíceis de aceitar é a Hipótese do Planetário. Essa hipótese defende que o nosso mundo é uma espécie de “planetário de realidade virtual” projetado para nos dar a ilusão de que o universo é vazio.

Sendo assim, nós não descobrimos qualquer vida extraterrestre porque esses aliens não foram projetados nos fundamentos do programa. Essa ideia data da época do filósofo Descartes, que questionou: “como podemos saber que o mundo ao nosso redor é real se somos apenas um cérebro numa cuba, que pensa que está vivendo no mundo real?”.

Ao invés de termos nossos cérebros em uma cuba, no entanto, a maioria dos apoiantes modernos dessa hipótese acham que estamos em uma simulação de computador projetada por aliens mais avançados, que seriam capazes de aproveitar a energia suficiente para manipular a matéria e energia em escalas galácticas.

Mas por que os aliens iriam querem nos ver como formigas em uma fazenda?

Talvez apenas por diversão, ou talvez simplesmente porque eles podem. Por mais improvável que a Hipótese do Planetário possa parecer, os filósofos profissionais e físicos a encaram com respeito. Eles dizem que nós somos mais propensos a sermos inteligências artificiais em um mundo fabricado do que ter nossas próprias mentes.

Além disso, eles também defendem que, se esse for o caso, nós provavelmente vamos descobrir a simulação, já que vamos inevitavelmente perceber uma falha no sistema ou conceber um teste adequado para provar a hipótese. Otimistas, não?

6. A Terra está isolada de outros planetas com vida inteligente

Embora a vida alienígena inteligente realmente possa existir, nossos planetas podem ser muito longes um do outro para tornar a comunicação prática ou proposital (ou possível). A Terra pode estar tão longe de outros planetas habitados que simplesmente foi ignorada. Se isso não fosse solitário o suficiente, alguns afirmam que a maioria dos outros mundos estão relativamente agrupados uns perto dos outros, e estão interagindo entre si, enquanto nós estamos “fora de mão”.

As raízes dessa ideia vêm de uma teoria matemática conhecida como “percolação”, que descreve como as coisas se acumulam em um ambiente aleatório. Com base na teoria de percolação, o universo teria se formado naturalmente com áreas de grande crescimento e áreas de menor crescimento em posições discrepantes. E, dessa forma, na hora que os dados foram jogados, os outros planetas com vida inteligente ficaram mais perto uns dos outros, e a Terra deu o azar (ou a sorte, deixo a seu critério) de ficar isolada.

Então, em vez de tentar fazer contato com estes seres distantes, alguns pensadores, como Stephen Hawking, sugerem que o melhor a fazer é continuarmos de boca fechada. Hawking diz que, se pegarmos algum dia um sinal alienígena, “nós devemos ser cuidadosos na hora de responder de volta, até que tenhamos evoluído”, caso contrário, poderemos sofrer um destino semelhante ao dos nativos americanos após a chegada de Colombo.

Parece uma conduta prudente.

7. Nós ainda não flagramos os sinais alienígenas

A caça aos aliens tem sido travada pela falta de financiamento do governo, o que é necessário para pagar uma pequena fortuna em equipamentos e recursos de rastreamento de vida extraterrestre. Historicamente, a busca por programas de inteligência extraterrestre teve que contar com radiotelescópios emprestados e outros equipamentos que só poderiam ser usados por um tempo limitado. Estes obstáculos tornaram praticamente impossível fazer qualquer progresso real.

Ainda assim, há algumas boas notícias, pelo menos para aqueles que pensam que fazer contato com alienígenas seja uma boa ideia.

O Allen Telescope Array, um conjunto de telescópios de rádio especialmente concebidos para ajudar na busca de inteligência extraterrestre, tornou-se operacional em 2007. Este megatelescópio (que consiste em 42 telescópios individuais de 6 metros cada) foi em grande parte financiado pelo cofundador da Microsoft, Paul Allen. Depois de inúmeros contratempos, finalmente parece pronto para começar a fazer alguma exploração séria do espaço.

Isso pode acender toda uma luz no fim do túnel para os entusiastas desse assunto.

8. Nós não conseguimos reconhecer os sinais que os aliens nos mandam

Mesmo que existam outros planetas com vida alienígena inteligente, será que eles evoluiriam da mesma maneira que os seres vivos na Terra? Talvez eles sejam tão diferentes que nenhuma das partes seria capaz de reconhecer sinais um do outro.

Pode ser que aconteça algo comparável à forma como os morcegos visualizam as ondas sonoras enquanto nós só vemos a luz. É possível que os humanos e aliens operem com sentidos inteiramente diferentes.

O astrofísico Lord Rees ressaltou: “Eles poderiam estar olhando-nos na cara, e nós simplesmente não conseguirmos reconhecê-los”. O problema é que nós estamos procurando por algo muito parecido com nós, assumindo que eles, pelo menos, tenham algo como a mesma matemática e a mesma tecnologia. O que com certeza é uma possibilidade. Mas, convenhamos: bastante improvável!

Eu suspeito que possa haver vida e inteligência lá fora em formas que não podemos conceber, nem mesmo imaginar.

As coisas ficam especialmente complicadas quando a gente pensa em como seria a conexão com uma raça altamente avançada, pois eles podem usar métodos de comunicação (como neutrinos ou ondas gravitacionais) além de nossa compreensão tecnológica. Da mesma forma, as nossas emissões de rádio primitivas podem parecer nada mais do que um ruído branco para eles. Se os aliens e os humanos são de fato extremamente diferentes, é improvável que a gente consiga fazer qualquer tipo de contato.

9. Superorganismos são inerentemente suicidas

A Hipótese Medea, ideia concebida pelo paleontólogo Peter Ward, é a noção de que os seres humanos e outros superorganismos carregam dentro de si as sementes da autodestruição. Desta forma, muito disso está ligado a Teoria do Grande Filtro, de que falamos anteriormente, uma vez que sugere que acabamos morrendo antes de evoluirmos o suficiente para tornar o contato extraterrestre possível.

Essa teoria recebeu o nome de “Medea” em referência à assassina da mitologia grega, que matou seus próprios filhos. Neste caso, o planeta é a Medea, e todos os seres vivos são sua prole. Não quero morrer, mas a Mãe Terra já determinou que nossa hora, mais cedo ou mais tarde, irá chegar.

Não sei se você já parou para pensar nisso, mas a extinção foi feita em nossa biologia para garantir que excessos populacionais sejam eliminados antes de criar um desequilíbrio na Terra.

Uma vez que os humanos se tornam uma praga incurável no planeta, vamos fazer alguma coisa para garantir a nossa própria morte. É uma sabedoria da natureza.

Peter Ward também acredita que quase todas as extinções em massa anteriores foram provocadas por organismos vivos. Por exemplo, para ele, a culpa das duas eras de gelo, de milhões de anos atrás, é de algumas plantas que proliferaram tão descontroladamente que absorveram quantidades excessivas de CO2. Isto provocou o arrefecimento global e, consequentemente, morte das plantas.

Resumindo, o nosso relógio interno suicida pode chegar, de acordo com essa teoria, à estaca zero muito antes de termos a chance de nos conectar com aliens.

10. Os aliens já nos encontraram e caminham entre nós

Parece ficção científica, parece cena de Homens de Preto, mas algumas pessoas realmente acreditam com todas as suas forças que os aliens vivem e trabalham em torno de nós. Bem debaixo dos nossos narizes, só que ninguém se dá conta disso. Talvez porque, como dissemos anteriormente, a gente simplesmente não tenha evoluído o suficiente para detectar e codificar os sinais que eles nos mandam.

Por exemplo, o ex-ministro de defesa canadense, Paul Hellyer, deu uma entrevista em 2014 na qual afirma que 80 espécies diferentes de vida alienígena vivem na Terra. Alguns deles parecem quase idênticos aos seres humanos.

Outro grupo, os “Short Greys”, se parecem mais com aliens estereotipados e ficam relativamente escondidos da população.

O mais louco de tudo isso é que Paul Hellyer l não está sozinho nessa.

O físico Paul Davies, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, e o Dr. Robert Trundle da Universidade Northern Kentucky, também nos EUA, têm opiniões semelhantes sobre a existência de extraterrestres no planeta. Para Hellyer, Davies, Trundle e aqueles que compartilham suas crenças, o Paradoxo de Fermi já foi respondido: alienígenas existem, e quer os seres humanos percebam, ou não, eles interagem com a gente diariamente.

Apesar de enfrentarem uma grande quantidade de críticas por parte de seus colegas e do público geral, esses homens continuam firmes em suas opiniões.

O que diz a NASA

De acordo com um cálculo elaborado por especialistas da NASA-Agência Espacial Norte Americana, existem 100 milhões de planetas em nossa galáxia que poderiam abrigar alguma forma de vida inteligente. É bem possível, portanto, que, daqui a duas décadas, a humanidade descubra a existência de seres extraterrestres.

Durante a última conferência na sede de Washington, representantes da NASA revelaram um plano para procurar vida extraterrestre com a ajuda da última tecnologia em telescópios.

A previsão é que, em 2017, seja lançado o Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS), que vai trabalhar em conjunto com o telescópio espacial James Webb, a ser lançado um ano depois. Ambos vão atuar para descobrir se, em algum dos milhões de planetas potencialmente aptos para a vida inteligente, existe alguma impressão química que a comprove. “O que não sabíamos há cinco anos é que, em, aproximadamente, 10% a 20% dos casos, há planetas do tamanho da Terra que orbitam estrelas e que se encontram na zona habitável”, declarou Matt Mountain, um dos cientistas que preparam o lançamento do telescópio James Webb.

“Está no nosso alcance chegar a uma descoberta que vai mudar o mundo para sempre”. “Penso que, dentro de 20 anos, descobriremos que não estamos sozinhos no universo”, afirmou o astronauta Kevin Hand, que acredita que Europa, um dos satélites de Júpiter, pode abrigar vida.

Conclusões

E você, o que acha de tudo isso? Concorda com alguma das teorias, ou acha tudo uma grande balela?

Olha, meu caro leitor, minha cara leitora, a gente precisa ser um pouquinho flexível para não ficar dependurado na corda a um metro do chão e morrer congelado como ficou aquele alpinista daquela bonita lenda.

Uma noite muito escura, sem lua, faltavam poucos metros para chegar no patamar onde poderia acampar para a travessia da noite e já escurecia muito depressa, quando um dos pinos se soltou e o alpinista foi para baixo como uma pedra. Mas, sentiu um golpe, um forte golpe, capaz de tirar-lhe os sentidos. Quando recobrou a consciência, viu estava suspenso. Teve várias vezes a intenção de cortar a corda naquela hipótese: morrerei de qualquer modo, estamos vamos abreviar isso. Mas, não teve coragem. Foi encontrado no dia seguinte dependurado a um metro do chão.

Será que nós, por teimosia, covardia, arrogância, soberba, orgulho, não estamos a um metro da verdade?

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