sábado, 2 de abril de 2016

1840-Brasil país espiritual




Falta olhar o Brasil com os olhos de quem não é cego, nem idiota

Este blog já publicou dezenas de páginas contendo profecias a respeito do Brasil obtidas através de visões espirituais, leitura de cartas, búzios, runas, tarô, etc. Algumas profecias nem perto chegam daquilo que realmente ocorreu, ocorre. A publicação de hoje não é profecia, é análise pura. O analista não é profeta, analisa a conjuntura de olhos bem abertos e de mente bem consciente, centrada no aqui e no agora brasileiro e distante dos interesses ou paixões.

Basta olhar para os fatos, números, opiniões, sem faciosismo, basta não estar confortável por ocupar funções a serviço do atual governo ou estar contra ele. Basta ler os jornais, revistas, assistir os programas de tevê bem tarde da noite.

Basta querer que o Brasil seja governado para os brasileiros, seja o governante eleito ou não com o meu voto.

Estamos numa crise de governabilidade. A governante se perdeu. Perdeu o controle. Levou o país para a crise, sem dinheiro sequer para fazer os repasses constitucionais aos Estados e Municípios. Estamos quebrados. Mas, não é só. O país enveredou para áreas nada democráticas como os acordos e intercâmbios internacionais com Cuba, Venezuela, Bolívia, etc., demonstra simpatias pelo Estado (terrorista) Islâmico, morre de amores pelo Irã submetido aos aiatolás e outros centros de poder distantes das tradições democráticas, como a tolerância aos atos ilegais que ocorrem no desvio de dinheiro público, nas invasões de propriedade legítima, no sucateamento de empresas e instituições que representam marcos de estabilidade e sustentação. A democracia não é uma sensação, é uma instituição regulada pelo limite das leis, com o cumprimento das leis, com a punição dos faltosos. Justiça não governa, corrige.

Nossas ligações com o mundo não podem ser ideológicas. O povo brasileiro não tem uma ideologia. Nossas relações com o mundo têm de ser pragmáticas. Somos uma nação com raízes na Europa, na Ásia e na África e temos de ter como principais parceiros de nossos negócios exatamente os consumidores e fornecedores dessas regiões do planeta. Na América do Sul nossos vizinhos nos dão cocaína, maconha, armas contrabandeadas e, na melhor das hipóteses gás natural, trigo, umas garrafas de vinho e quinquilharias contrabandeadas.

Onde deveriam centrar-se as nossas prioridades externas com reflexo interno?  Na redução/extinção da criminalidade que se origina no tráfico de drogas e já chega na formação de milícias guerrilheiras (por um lado e isso passa por acordos com os países de onde chegam as drogas e armas) e, de outro lado, na expansão de nossos negócios atuais mais rentáveis, que são as commodities de grãos e carnes (justamente com quem sejam maiores compradores). Nada disso é levado tão a sério e praticado.

Por um terceiro ponto de vista, o Brasil não pode ser adversário estratégico dos Estados Unidos e nem seu caudatário incondicional. Nossa hegemonia na América do Sul virá com grandeza de alma para entender a incoerência comunizante e o imperialismo hegemônico.

Quero dizer que se pudermos nos controlar, manter a calma e retomar a credibilidade para que os investimentos retornem de fora para dentro e de dentro para fora, o País será um país de primeiro mundo, mais ainda na medida em que os EUA forem cansando com seu modelo insustentável.

A política do “nós versus eles” não funcionará aqui dentro entre brasileiros e nem lá fora perante os demais países e blocos, apesar de ser este o discurso de lavagem cerebral nos centros de formação ativista do PT, do MST, da CUT e dos outros braços da esquerda comunista.

Já se perguntou um monte de vezes: o Brasil pode se tornar comunista?

A resposta é simples: NUNCA. Populista, infelizmente, sim, já somos isso desde muitas décadas com Getúlio Vargas, Ademar de Barros, Jânio Quadros, Jango Goulart, Paulo Maluf, Fernando Collor, Lula, Dilma.

Aqueles coronéis nordestinos que empobreceram os sertões e bairros da imensa região mais abandonada pelo poder, eram e são populistas e escravagistas. Perderam a corrida para o Bolsa Família, aliás, se tornaram aliados dos esquemas populistas, pois o dinheiro do Bolsa Família acaba no caixa do mercadinho, da farmácia, do padre, do pastor, do boteco, cujos donos continuam os mesmos de antes. Ficou bom pra todos, menos para o povo que era mendigo do coronel e se tornou mendigo das estruturas aparelhadas do Estado sob o comando da militância do PT. Se realmente quisessem libertar o povo nordestino e de outras regiões onde o Bolsa Família faz sucesso, terão de associá-lo um grande programa de educação e formação profissional escalonando à redução do programa até o seu cancelamento quando o beneficiado desejará libertar-se da indignidade da esmola.

Do jeito que está, o governo comunista manipula esse povo e diz para o mundo que o Brasil prefere esse regime.

A cultura de raiz do povo brasileiro vem dos feudos europeus, onde apesar de tudo, o vassalo podia escolher o que fazer, mesmo que tivesse de dividir com o senhorio o produto de seu trabalho. Ali ele tinha uma religião, sua casa, suas ferramentas, sua colheita, suas reservas para consumo e para venda, enquanto vivia de seu trabalho. Não há o menor traço comunista. Cooperativo, sim. Por isso, o cooperativismo teve grande aceitação no Brasil.

Outra coisa que não pega aqui, é a incitação à baderna, ao quebra-quebra, à invasão de propriedades. As bandeiras de luta do brasileiro são de centro até a direita com socialdemocracia no tempero. Afastado o populismo e adquirida a consciência política, não haverá outro regime em expansão que não passe pela propriedade privada, pela família, pelo respeito às instituições, pela fé em Deus. O resto é conversa de botequim depois do terceiro gole.

O bandeirinha ergue a bandeira

No futebol, que ainda é o esporte brasileiro das multidões, quando o atleta é flagrado mais próximo do goleiro sem, pelo menos um adversário entre os dois, chama-se impedimento. O bandeirinha ergue a bandeira e o juiz apita paralisando o jogo para cobrar a falta. No caso do governo, o governante faltoso sofre impedimento, interrompe-se o seu governo e se aprovado o impedimento o faltoso é expulso para fora do governo.

No futebol, a torcida fanática gosta que seu time se valha do impedimento para marcar o gol. No caso do governo, o Congresso interpreta a voz das ruas e providencia para que o faltoso seja afastado.

No caso brasileiro da atualidade, a presidente torrou o dinheiro do Brasil em tantas coisas, dentre as quais na construção de estádios suntuosos para receber os jogos da Copa do Mundo, copa que o Brasil perdeu vergonhosamente depois de haver sido goleado pela Alemanha.

Parecia profecia quando se dizia: se o Brasil não ganhar a copa, o governo não se segura. Podia ter sido derrotado nas urnas meses depois, mas sempre pipocará a denúncia (nunca apurada) de que houve fraude no resultado. Será apurada a denúncia se um dos membros do TSE der com a língua nos dentes e entregar o esquema. Mas, mesmo sem entrega do esquema, corre no TSE a denúncia de que Dilma-Temer cometeram crimes eleitorais e deveriam ter sua posse suspensa.

Empossada, Dilma precisou assumir os erros cometidos contra as finanças do país e a inflação voltou, a economia encolheu, a arrecadação foi menor, o desemprego acelerou-se.

Se tudo isso estivesse acontecendo sem denúncias de corrupção, talvez a nação pudesse suportar, mas não, membros do governo meteram a mão na Petrobrás – a maior empresa do Brasil está quebrada – e em outras que ainda nem começaram a ser investigadas (Eletrobrás, Correio, Caixa, Banco do Brasil, BNDES).

Dilma deixará o governo e corre o risco de ser condenada e presa. O ex-presidente, Lula, também.

Sempre se dirá que isso é uma injustiça. Mas o Brasil é outro. E este Brasil precisou experimentar a sanha de governos de esquerda que não tinham chegado ao fim, como ocorreu com Jânio e Jango. Experimentou. Livrou-se disso. Está se livrando disso.

A força da fé e a espiritualidade

Se juntarmos os brasileiros fiéis aos seus princípios de fé católica, umbandista, evangélica, protestante, espírita, budista, muçulmana, e outras, iremos chegar a 90% de nossos compatriotas. O que significa isso? Índoles de paz, amor, respeito à vida, respeito às leis, trabalho, moral, família. Com outros significados coladinhos a tudo isso. Nada do que pregam alguns líderes comunistas de que haverá luta armada em defesa de Lula/Dilma. A sanha por baderna, sangue, agressão corre por conta dos 10% que já trocaram seus valores e estão mais próximos do Estado Islâmico do que de Irmã Dulce. A grande massa beneficiada pelo Bolsa Família não sairá de casa para nada que não seja buscar sua renda nos guichês dos bancos pagadores. Sobrarão as militâncias que imediatamente após atacarem o primeiro alvo serão reprimidas pelas forças de segurança.

A lição mais importante desta fase dos governos comunistas é a de que chegou ao ocaso a experiência comunista no Brasil. O país precisava passar por isto depois de sua primeira tentativa em 1935. Lá atrás há 81 anos, Luiz Carlos Prestes e alguns tenentes das forças armadas (pesquisar: tenentismo) tentaram intimidar o ditador Getúlio Vargas, mas foram presos e degredados. Aí veio o inesperado: o senhor Jânio Quadros, eleito pelo Partido Democrata Cristão, tinha na manga do colete uma aspiração comunista. Sonhava ser ditador e aplicar suas receitas para o que sonhava ser o Brasil de suas ideias. Renunciou na esperança de ser reconduzido ao poder pelo povo, mas não foi assim. Jango, seu vice, assumiu depois de conflitos e logo foi banido pelo próprio povo. O governo de Jango acabou com o povo nas ruas em passeata da “Família pela Liberdade”.

E ficou a cisma. Um dia haveria um governo comunista. O Lulinha paz e amor foi a isca, o engodo. E o governo de Dilma está por se acabar também com o povo nas ruas pedindo sua saída.

Não há governo que se sustente quando o povo vai às ruas pedindo seu fim.

Um Brasil que se renova

Depois da Operação Laja a Jato o Brasil nunca mais será o mesmo. O Brasil descobriu que a Justiça pode corrigir os rumos deletérios dos representantes do povo. Ponto final.

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