sábado, 11 de junho de 2016

1850-Comparando Lula a Hitler




Um avatar que fracassou



É interessante olhar para a História Humana e identificar nela homens e mulheres que fizeram a diferença como heróis, bem como identificar outros tantos e outras tantas que tiveram tudo à mão e chafurdaram como vilões.



Numa rápida análise, voltamos ao ano de 1934 e lá iremos encontrar um baixinho conversador, carismático, membro do Partido Nacional Socialista, que assume como primeiro-ministro e encanta a Alemanha e boa parte do mundo com suas ideias e propostas.



Mas, chafurda. Com muita sede ao pote, quer que seu governo domine setores que normalmente não se deixam dominar. Levou a Alemanha à II Grande Guerra, destruiu a Alemanha e esta nunca mais voltará a falar em nacionalismo e socialismo, não, ao menos, com aquele arroubo do senhor Adolf Hitler.



Como fica o capital espiritual deste senhor?



Por que será que a conjuntura política, econômica, social, intelectual, espiritual coloca sobre o caminho de determinados povos pessoas como Hitler, Fidel Castro, Hugo Chávez, Lula, Nicolas Maduro?



Examinando as condições em que alguém emerge para um cargo de imensas responsabilidades como é o comando de uma nação, tem-se a vaga ideia da dimensão do imenso trabalho da espiritualidade para criar as condições para isso, normalmente apostando no talento daquela liderança.



Bem, você deve estar questionando: por que Lula foi apontado como o avatar brasileiro e, agora, o que se poderia dizer desse senhor?



É claro que não se pode aceitar com frieza de alma que as condições tenham sido criadas propositalmente para chegar aonde chegaram. Mas, se fosse o contrário? Se isso tivesse de ser o carma da nação?



A Alemanha seria hoje a potência que é se não tivesse sido destruída na guerra? E o Japão que vem na mesma esteira? Não se iluda com a China de Mao Tse Tung, sua revolução e as condições que hoje tem. A China é um barril de explosivos. Mas, passará por sobre o regime que tem e será um super Japão no futuro. De certa forma já é.



E o Brasil? As condições, a conjuntura política, econômica, social, intelectual, espiritual que confluíram e o operário nordestino, quase analfabeto (e orgulhoso disso) vence e assume a presidência de um país espiritualizado como o Brasil. Faz o segundo mandato, traz para a frente de visibilidade sua protegida, Dilma Rousseff, que faz seu segundo mandato, enquanto Lula pensava no seu terceiro e quarto mandatos. Seriam 24 anos de lulismo, nem tanto como foi a proposta nacionalista socialista de Hitler, mas muito mais intensa, com uma proposta comunista, ao estilo Fidel Castro e Mao Tse Tung. E não apenas com relação ao Brasil. Haviam outros povos na mira comunista desses megalomaníacos aprendizes dos métodos de Hitler.



O avatar poderia ter transformado as velhas e carcomidas estruturas de poder, herdadas de uma república de coronéis civis e coronéis fardados. Quem sabe teria convocado uma constituinte com poderes de alterar leis que hoje protegem traficantes, ladrões de todos os quilates; que permite o contrabando de armas, munições, aves, mulheres; que submete às condições desumanas imensas populações que se atolam no lodo do esgoto a céu aberto; que permite a derrubada contínua de árvores de nossa Amazônia; que deixa morrer milhares de crianças e idosos nas filas do SUS; que tira da escola a oportunidade de formar cidadãos e entrega as crianças ao descaminho do desrespeito, da provocação, da desobediência.



Vivemos hoje um momento ímpar: o cidadão proprietário, contribuinte, tem medo de sair à rua, precisa se cuidar para não ser acusado de assédio moral, é olhado como réu da miséria urbana e rural, enquanto uma multidão jamais vista neste país se encosta na ajuda indigna que o governo distribui, não para emancipar os beneficiados, mas para obrigá-los a comparecerem aos eventos da CUT, do MST, do PT, e às urnas em dia de eleição, fustigados por uma militância, na verdade, uma milícia a serviço do Plano Maior.



O avatar fracassado está a um passo de ser preso e se apresentará como vítima, um cristo crucificado.



Sua protegida, na condição de mulher acendeu as esperanças de que pela primeira vez a nossa pátria “educadora” poderia ter uma professora no seu comando. Nada direi sobre ela. Os acontecimentos atuais e futuros escreverão sua história.  



Posso parar?



Não devo parar, não enquanto essa história não der por finalizada a saga dos aprendizes do método hitleriano. A sorte das populações argentinas, uruguaias, bolivianas, venezuelanas, brasileiras e outras mais incluídas no mapa comunista, é que, apesar das patacoadas ameaçadoras de luta armada, os aprendizes de Hitler não chegarão à guerra. Mas, a destruição quase equivale a uma guerra.



Não gostaria de estar na pele dos aprendizes de Hitler, e nem do próprio, em se tratando de ajuste de contas com a espiritualidade. Chegar ao comando de uma nação e chafurdar aporcalhadamente como chafurdaram, cria um karma que se multiplica pelo número de pessoas traídas em suas esperanças e castradas nas suas oportunidades.

Deus tenha piedade deles. Se é que pode haver piedade nos seus casos.



Até semana que vem.  

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