sábado, 27 de agosto de 2016

1861-Um mecanismo de energia pura




Um Estudo sobre a Energética Humana (III)

Introdução

Como o leitor pode notar, o tema Energias é extenso. Estamos de volta a ele pela terceira vez. E ainda não é tudo, pois tudo o que se sabe a respeito do tema ainda é pouco. A ciência do século XXI levará muito a sério a energia em todos os sentidos, principalmente no que diz respeito à energia humana.

Mas, não se pode falar de energia humana sem falar de energia do ponto de vista científico. Também não tratar dela apenas cientificamente sem relacioná-la com o aspecto da energia humana. Apesar de que o que diz respeito à energia humana esteja demorando um pouco para ser encarado como coisa científica, a coisa está empurrando a porta e pode derrubá-la.

Definições conceituadoras

A primeira controvérsia é conceitual. Definir energia não é algo trivial, e alguns autores chegam a argumentar que "a ciência não é capaz de definir energia, ao menos como um conceito independente".

Contudo, mesmo para estes autores, "embora não se saiba o que é energia, se sabe o que ela não é", numa clara alusão aos demais significados da palavra difundidos em senso comum. Não obstante bem distintos daqueles encontrados no meio científico, fomos procurar uma definição para a palavra energia.

Em ciência, energia, do grego έν (dentro), εργον (trabalho, obra, dentro do trabalho) refere-se a uma das duas grandezas físicas necessárias à correta descrição do inter-relacionamento - sempre mútuo - entre dois entes ou sistemas físicos. A segunda grandeza é o momento. Os entes ou sistemas em interação trocam energia e momento, mas o fazem de forma que ambas as grandezas sempre obedeçam à respectiva lei de conservação.

É bem difundido - não só em senso comum - que energia se associa, geralmente, à capacidade de produzir um trabalho ou realizar uma ação. Em verdade, a etimologia da palavra tem origem no idioma grego, onde εργος (ergos) significa "trabalho". Embora não completamente abrangente no que tange à definição de energia, esta associação não se mostra por completo fora do domínio científico, e, em princípio, qualquer ente que esteja a trabalhar - por exemplo, a mover outro objeto, a deformá-lo ou a fazê-lo ser percorrido por uma corrente elétrica - está a "transformar" parte de sua energia, transferindo-a ao sistema sobre o qual realiza o trabalho. Para ser mais preciso, energia fica bem quando associada a transformação. Entende-se que nada é transformado sem o concurso da ação que se utiliza da energia. A energia é a ação. Sem energia não há ação.

O conceito de energia é um dos conceitos essenciais da Física. Nascido no século XIX, desempenha papel crucial não só na Física como em todas as outras disciplinas que, juntas, integram a ciência moderna. Notoriamente relevante na Química e na Biologia, e mesmo em Economia e outras áreas de cunho social, a energia se destaca como pedra fundamental, uma vez que o comércio de energia move anualmente quantidades enormes de dinheiro e ocupa a principal preocupação dos governos quanto ao futuro.

Pela sua importância, há na Física uma subárea dedicada quase que exclusivamente ao estudo da energia: a termodinâmica. Em termodinâmica, o trabalho é uma entre as duas possíveis formas de transferência de energia entre sistemas físicos; a outra forma é o calor.

Precisamos ir além

O conceito científico de energia só pode também ser entendido mediante a análise de dois entes ou sistemas físicos em interação. Quando dois sistemas físicos interagem entre si, mudanças nos dois sistemas ocorrem. A interação entre sistemas físicos naturais dá-se, em acordo com os resultados empíricos, sempre de forma muito regular, sendo uma mudança específica em um deles sempre acompanhada de uma mudança muito específica no outro, embora estas mudanças possam certamente ser de naturezas muito ou mesmo completamente distintas.

Regularidades observadas na natureza expressam-se dentro da ciência mediante o estabelecimento das denominadas leis científicas. No que se refere à forma com que dois entes físicos interagem entre si, na busca da correta correlação entre as mudanças observadas nos sistemas viu-se a necessidade de estabelecer-se, para o correto cumprimento da tarefa, não apenas uma, mas duas grandezas físicas primárias independentes, cada qual associada à uma lei de conservação própria, leis estas inerentes a todos os sistemas físicos e que combinadas, permitem a correta descrição dos mesmos. Tais grandezas físicas são denominadas energia e momento, e as leis científicas que as governam denominam-se respetivamente lei da conservação da energia e a lei da conservação do momento. Ao passo que o momento é uma grandeza vetorial, a sua contraparte aqui descrita é uma grandeza escalar.

À relação existente entre a energia e o momento de um dado ente físico dá-se o nome de relação de dispersão, sendo esta vital no contexto de qualquer teoria para a dinâmica da matéria e energia (mecânica clássica, relatividade mecânica quântica, etc.). Em mecânica clássica para partículas massivas, a energia depende do quadrado do momento  E \alpha \vec {P}^2 ; para fótons a energia mostra-se diretamente proporcional ao momento por este transportado  E \alpha \vec {P} . Grandezas físicas importantes são definidas a partir da relação de dispersão apresentada por um dado ente, a exemplo a massa.

Relação de dispersão para uma partícula clássica

Em todos os modelos dinâmicos o momento P e a energia E são definidos de forma a satisfazerem leis gerais de conservação.

Como as transformações observadas em um sistema têm naturezas as mais diversas, a exemplo indo desde uma simples mudança nas velocidades das partículas do sistema, até um rearranjo completo das posições espaciais de partículas interagentes uma em relação às outras e mesmo de um sistema inteiro em relação ao outro, para cada transformação define-se a forma de se determinar o valor da grandeza energia a ela associada, fazendo-se esta definição sempre de forma que as mudanças observadas neste caso sejam descritas por uma variação de energia igual em módulo ao determinado para as variações de energia associadas a todas as outras mudanças relacionadas, e de forma a garantir-se que a energia total dos sistemas em interação sempre se conserve.

Jamais desejaríamos ir adiante com equações que expressam como as ciências descrevem esses entes físicos, suas posições, gravitações, peso, massa, interações, campos, reverberações, etc. etc. Mas, por outro lado,  não poderíamos encerrar aqui este assunto sem abordar outros ângulos da questão, uma cachoeira, uma pedreira, uma árvore, um animal, tudo como fontes energéticas até chegar ao mundo das energias humanas aplicadas em benefício da própria humanidade.

Os sistemas naturais

Quantos anos faz que a Terra gira sobre ela mesma e se desloca ao redor do Sol sem aumentar e sem diminuir a velocidade dos seus ciclos? Isso ainda está em estudo pela ciência, porém sem conclusão. Todos os processos comuns de energia sofrem entropia, isto é, a chaleira ferveu, mas fora da chama em uma hora ela estará de volta na temperatura ambiente. A roda gigante sem a impulsão do motor em menos de três voltas estará parada.

De onde vem a energia que mantém nossa Terra em pleno voo e em pleno giro sem motores?

Os sistemas humanos

Somos uma bateria recarregável pela boca e pelas narinas. Pela boca recebemos os alimentos que são transformados em carbono e pelas narinas recebemos o oxigênio que em contato com o carbono vira energia. Essa energia nos faz pensar, falar, trabalhar, mas, nada tem a ver com outra energia que mantém o nosso coração em ação.

A energia que alimenta o coração é outra, de origem desconhecida, possivelmente suprida pelo prâna que inspiramos junto com o oxigênio.

No mesmo instante em que uma mão desconhecida desliga a bateria, o coração pára e o corpo esfria, pedindo ser devolvido à terra ou ao fogo ou à água.

Como se nota, o tema é amplo.

No campo macrocósmico os desarranjos energéticos acabam em buracos negros, mortes de estrelas, quebras de ciclos entre sistemas planetários, etc. etc. com influência macrocósmica, aquilo que a que ainda não existe um nome. Hecatombe não o define.

Nos campos microcósmicos os desarranjos energéticos acabam em degeneração celular, troca de comportamento entre células, tumores, com influência mesocósmica, definida como morte da pessoa.

Nos campos mesocósmicos os desarranjos energéticos provocam desconforto, dor, ansiedade, medo, depressão, estresse, etc. etc. com influência em grupos humanos, sociedades, clãs.

Na relação entre os campos, os desarranjos, em geral, são provocados de fora, pela influência de um invasor energético. O invasor pode ser físico, químico, orgânico.

Mas, há uma situação em que o invasor é propriamente energético e neste último caso, a energia humana pode partir do pensamento, caso em que o invasor não é invasor, é um inimigo íntimo dissimulado no interior da mente humana.

A inadequação vibratória humana contamina os campos que perdem capacidade de conservação e se destroem continuamente. A isso se dá o nome de doença, na verdade, uma espécie de autofagia em que os componentes destroem-se mutuamente. Podemos observar isso no interior do corpo humano e no interior das sociedades humanas.

Aplicação da energia para curar

O salto quântico coloca a energia na mesa de cirurgia e substitui o bisturi de aço por um jato energético.

Por falta de resposta aos remédios as células eram extirpadas. Pena de morte para quem não se adequa ao sistema.

O novo cirurgião não condena as células à morte. Chama-as pela a adequação energética. Mas, note bem, o comando nem sempre vem de fora, pois a mente do paciente tem de ser estimulada à vibrar na energia da conservação (e não da destruição).

Nenhum comentário:

Postar um comentário